The Japan Times - Centros de dados em órbita são uma possibilidade diante da demanda de energia para IA

EUR -
AED 4.306153
AFN 75.0429
ALL 95.503739
AMD 434.75432
ANG 2.098709
AOA 1076.390828
ARS 1633.24778
AUD 1.628526
AWG 2.110569
AZN 1.997971
BAM 1.957785
BBD 2.362126
BDT 143.899979
BGN 1.955914
BHD 0.44281
BIF 3489.474751
BMD 1.172539
BND 1.496038
BOB 8.103802
BRL 5.808644
BSD 1.172804
BTN 111.252582
BWP 15.938311
BYN 3.309523
BYR 22981.755751
BZD 2.358712
CAD 1.59436
CDF 2720.28988
CHF 0.917703
CLF 0.026783
CLP 1054.112588
CNY 8.006387
CNH 8.009617
COP 4288.442525
CRC 533.195048
CUC 1.172539
CUP 31.072272
CVE 110.746729
CZK 24.373212
DJF 208.384014
DKK 7.475055
DOP 69.770598
DZD 155.365983
EGP 62.894658
ERN 17.588078
ETB 184.088973
FJD 2.570327
FKP 0.860939
GBP 0.863558
GEL 3.142861
GGP 0.860939
GHS 13.136953
GIP 0.860939
GMD 85.595732
GNF 10289.026269
GTQ 8.959961
GYD 245.356495
HKD 9.186899
HNL 31.213432
HRK 7.537125
HTG 153.631453
HUF 363.42071
IDR 20325.193765
ILS 3.451755
IMP 0.860939
INR 111.286226
IQD 1536.025512
IRR 1540715.666567
ISK 143.847483
JEP 0.860939
JMD 183.766277
JOD 0.831376
JPY 184.174195
KES 151.433806
KGS 102.503912
KHR 4704.815418
KMF 492.466605
KPW 1055.342165
KRW 1725.179882
KWD 0.36031
KYD 0.977362
KZT 543.223189
LAK 25772.39793
LBP 105000.828342
LKR 374.82671
LRD 215.600573
LSL 19.53494
LTL 3.462202
LVL 0.709257
LYD 7.446066
MAD 10.847448
MDL 20.206948
MGA 4866.035425
MKD 61.633886
MMK 2461.86164
MNT 4196.707877
MOP 9.463379
MRU 46.86681
MUR 55.144932
MVR 18.121629
MWK 2041.980281
MXN 20.469245
MYR 4.655421
MZN 74.929587
NAD 19.534934
NGN 1613.390048
NIO 43.044332
NOK 10.900392
NPR 177.995572
NZD 1.988365
OMR 0.451129
PAB 1.172774
PEN 4.112684
PGK 5.087352
PHP 71.847345
PKR 326.874482
PLN 4.245704
PYG 7213.019006
QAR 4.272149
RON 5.203848
RSD 117.378833
RUB 87.908248
RWF 1713.665104
SAR 4.396996
SBD 9.429684
SCR 16.118093
SDG 704.113715
SEK 10.803423
SGD 1.492177
SHP 0.875418
SLE 28.848748
SLL 24587.542811
SOS 669.519913
SRD 43.920994
STD 24269.180819
STN 24.869543
SVC 10.262409
SYP 129.594933
SZL 19.534925
THB 38.122791
TJS 11.000548
TMT 4.109748
TND 3.378963
TOP 2.823192
TRY 52.931326
TTD 7.960816
TWD 37.086813
TZS 3054.463338
UAH 51.532291
UGX 4409.902668
USD 1.172539
UYU 46.771998
UZS 14011.836168
VES 573.304233
VND 30903.426254
VUV 139.40416
WST 3.183663
XAF 656.670246
XAG 0.01556
XAU 0.000254
XCD 3.168845
XCG 2.113677
XDR 0.815653
XOF 656.621982
XPF 119.331742
YER 279.771908
ZAR 19.540971
ZMK 10554.258277
ZMW 21.901789
ZWL 377.556938
Centros de dados em órbita são uma possibilidade diante da demanda de energia para IA
Centros de dados em órbita são uma possibilidade diante da demanda de energia para IA / foto: MARIO TAMA - GETTY IMAGES/AFP/Arquivos

Centros de dados em órbita são uma possibilidade diante da demanda de energia para IA

Os gigantes da tecnologia exploram a ideia de construir centros de dados no espaço e usar a energia do Sol para atender a enorme demanda energética da feroz corrida pelo desenvolvimento da inteligência artificial (IA).

Tamanho do texto:

A decisão de Elon Musk de fundir sua empresa aeroespacial SpaceX com sua empresa de inteligência artificial xAI alimentou o debate: colocar centros de dados em órbita é viável ou trata-se de uma ideia sem sentido?

- Quem participa? -

Musk levantou a possibilidade de instalar centros de dados no espaço, em um momento em que a SpaceX lidera o mercado de foguetes espaciais.

A fabricante de carros elétricos, Tesla, também de Elon Musk, trabalha no desenvolvimento de robôs humanoides, com potencial para criar equipes de manutenção espacial.

No final de 2025, a startup americana Starcloud colocou em órbita um satélite do tamanho de uma geladeira que continha uma unidade de processamento gráfico da Nvidia, que o fabricante de chips de IA classificou como uma "estreia cósmica" para o minicentro de dados.

O gigante tecnológico, Google, por sua vez, apresentou planos para lançar satélites de teste no início de 2027 como parte do seu projeto Suncatcher, destinado a construir centros de dados alimentados por energia solar.

Blue Origin, a empresa de foguetes e satélites fundada pelo criador da Amazon, Jeff Bezos, está promovendo intensamente a TeraWave, uma rede espacial de alta velocidade que pode ser utilizada pelos centros de dados para mover informações a qualquer lugar do planeta.

Mais de dez startups, líderes aeroespaciais e grandes empresas de tecnologia participam do desenvolvimento, dos testes ou do planejamento de centros de dados espaciais.

- Por que no espaço? -

O grande atrativo do espaço é o fornecimento de energia, com a possibilidade de sincronizar os satélites com a órbita do Sol para que a luz incida constantemente sobre os painéis solares.

No espaço, não é necessário comprar terrenos nem cumprir as normas locais ou enfrentar a resistência das comunidades aos projetos.

Outros afirmam que os centros de dados no espaço seriam, em geral, menos prejudiciais para o meio ambiente, à parte a poluição gerada pelos lançamentos de foguetes.

"A ideia é que, em breve, fará muito mais sentido construir centros de dados no espaço do que construí-los na Terra", disse o diretor-executivo da Starcloud, Philip Johnston, em uma conferência tecnológica no ano passado.

Os projetos atuais contemplam agrupar satélites em órbita terrestre baixa, colocados suficientemente próximos entre si para garantir uma conectividade sem fio confiável, além de lasers que conectem os computadores espaciais aos sistemas terrestres.

- Quais são os desafios? -

Um obstáculo para implantar servidores no espaço é o custo de colocá-los em órbita.

O megafoguete reutilizável da SpaceX, chamado Starship, tem um enorme potencial de carga útil, o que promete reduzir drasticamente os gastos de lançamento.

No entanto, há aspectos técnicos críticos a resolver, como os danos que os centros de dados poderiam sofrer com os altos níveis de radiação, as temperaturas extremas ou o perigo de serem atingidos por lixo espacial.

Outra questão é como seriam reparados de forma econômica.

Phillip Metzger, professor do departamento de física da Universidade da Flórida e ex-cientista da Nasa, indicou em uma recente publicação que a manutenção destes servidores poderia ser realizada com robôs e pequenas peças modulares facilmente substituíveis.

K.Tanaka--JT