The Japan Times - Rivalidade com a China estará em pauta na cúpula do G7 na França

EUR -
AED 4.179278
AFN 74.537554
ALL 93.555728
AMD 416.115961
AOA 1043.539341
ARS 1706.700655
AUD 1.639535
AWG 2.048388
AZN 1.942865
BAM 1.954432
BBD 2.291516
BDT 140.45166
BHD 0.429101
BIF 3399.005182
BMD 1.137993
BND 1.47029
BOB 12.942166
BRL 5.827433
BSD 1.137713
BTN 108.765324
BWP 15.652247
BYN 3.320419
BYR 22304.666923
BZD 2.288218
CAD 1.60502
CDF 2588.934431
CHF 0.933149
CLF 0.027026
CLP 1063.685539
CNY 7.705636
CNH 7.703122
COP 3652.525768
CRC 517.742042
CUC 1.137993
CUP 30.15682
CVE 110.188333
CZK 24.189924
DJF 202.610808
DKK 7.474925
DOP 66.003786
DZD 151.764091
EGP 57.731764
ERN 17.069898
ETB 183.638229
FJD 2.542502
FKP 0.855103
GBP 0.85638
GEL 2.987273
GGP 0.855103
GHS 13.305859
GIP 0.855103
GMD 83.642027
GNF 9988.050543
GTQ 8.680884
GYD 237.996499
HKD 8.924882
HNL 30.482657
HRK 7.532494
HTG 148.755845
HUF 362.144718
IDR 20564.675304
ILS 3.484171
IMP 0.855103
INR 108.867771
IQD 1490.456426
IRR 1564882.913665
ISK 142.593106
JEP 0.855103
JMD 179.834085
JOD 0.806836
JPY 186.266326
KES 147.313545
KGS 99.517433
KHR 4599.839957
KMF 492.751328
KRW 1652.912603
KWD 0.353572
KYD 0.948149
KZT 542.83231
LAK 25799.162886
LBP 101886.452713
LKR 382.222379
LRD 205.939427
LSL 19.077742
LTL 3.360198
LVL 0.688361
LYD 7.294924
MAD 10.674573
MDL 20.132169
MGA 4917.600053
MKD 61.477226
MMK 2389.061563
MNT 4093.171941
MOP 9.191326
MRU 45.487151
MUR 53.918088
MVR 17.582019
MWK 1972.844676
MXN 19.884827
MYR 4.65382
MZN 72.710067
NAD 19.077742
NGN 1553.656122
NIO 41.870867
NOK 10.998584
NPR 174.026446
NZD 1.970634
OMR 0.437545
PAB 1.137708
PEN 3.862596
PGK 5.092457
PHP 69.883752
PKR 315.979061
PLN 4.327048
PYG 6833.215582
QAR 4.148196
RON 5.235109
RSD 117.364583
RUB 90.471633
RWF 1674.749464
SAR 4.275857
SBD 9.196243
SCR 15.337763
SDG 682.79594
SEK 11.052224
SGD 1.471021
SLE 27.567877
SOS 650.253283
SRD 43.07475
STD 23554.161855
STN 24.483073
SVC 9.955073
SZL 19.072562
THB 38.151254
TJS 10.501486
TMT 3.982976
TND 3.372539
TRY 53.93813
TTD 7.728657
TWD 36.910015
TZS 2998.645793
UAH 51.010008
UGX 4249.043613
USD 1.137993
UYU 45.758163
UZS 13695.410873
VES 845.865918
VND 29954.82628
VUV 135.672436
WST 3.13413
XAF 655.506674
XAG 0.019733
XAU 0.000282
XCD 3.075483
XCG 2.050473
XDR 0.815007
XOF 655.500917
XPF 119.331742
YER 271.126434
ZAR 19.057887
ZMK 10243.30542
ZMW 21.247497
ZWL 366.433349
Rivalidade com a China estará em pauta na cúpula do G7 na França
Rivalidade com a China estará em pauta na cúpula do G7 na França / foto: Christophe PETIT TESSON - POOL/AFP

Rivalidade com a China estará em pauta na cúpula do G7 na França

Cooperação ou confronto? A relação com a China estará em pauta na cúpula de potências do G7 na próxima semana na França, em um contexto de desequilíbrios econômicos mundiais e de necessidade de abastecimento de minerais críticos.

Tamanho do texto:

A presidência francesa do G7 não oculta sua preocupação diante do superávit comercial recorde da China e a extrema dependência deste clube das cadeias de abastecimento chinesas de minerais críticos, terras raras e certos componentes estratégicos.

Pequim também é visto como um competidor em inteligência artificial e, em várias questões como a mudança climática, tornou-se um ator indispensável.

"Até o momento, o G7 era mais um fórum de posicionamentos contundentes e firmes em relação à China, inclusive em temas mais específicos como Taiwan", destaca Marc Julienne, diretor do Centro Ásia do Instituto Francês de Relações Internacionais (Ifri).

No entanto, atualmente, os membros do G7 (Estados Unidos, Alemanha, Japão, Reino Unido, França, Itália e Canadá) buscam um delicado equilíbrio entre cooperação e rivalidade com o gigante asiático.

Mas sem abrir mão da firmeza. Se a nova tentativa de diálogo não prosperar, a UE, que teme o impacto da China em sua indústria automobilística, poderá endurecer sua política comercial em relação a Pequim, segundo alguns diplomatas.

Por sua vez, a China, cujo PIB supera o da maioria dos países do G7, critica, há muito tempo, este grupo de potências industrializadas, que considera não representativo da ordem mundial.

Empenhada em incluir Pequim no diálogo, a presidência francesa do G7 organizou, na quinta-feira (11), uma videoconferência dedicada à "convergência", na qual participaram o vice-primeiro-ministro chinês e o secretário do Tesouro americano.

O presidente francês, Emmanuel Macron, considerou que está se "formando um consenso internacional" sobre a "urgência" de atuar diante dos desequilíbrios mundiais que se agravaram nos últimos anos e ameaçam o crescimento econômico e a estabilidade financeira.

Por sua vez, o vice-primeiro-ministro chinês, Zhang Guoqing, instou a defender a cooperação, "a praticar um verdadeiro multilateralismo" e defendeu um comércio sem barreiras.

"A China (...) continuará compartilhando suas oportunidades de desenvolvimento com outros países, injetando assim maior certeza e estabilidade na economia mundial", assegurou, sem mencionar a administração Trump, criticada por sua imprevisibilidade e sua política de guerra comercial.

- "China não é uma solução" -

Para Marc Julienne, é "totalmente racional e justificado defender a ideia de que é impossível reformar o comércio mundial sem a segunda potência econômica, sem a primeira potência industrial do mundo, que é a China".

Mas "o G7 é o formato adequado para manter estas discussões com a China? Isso já é muito controverso", afirma.

Para o Japão, o G7 deve manter um formato relativamente reduzido, sem a presença de outros grandes atores, em particular a China, cuja participação diminuiria seu papel dentro desta instância, explica Valérie Niquet, do centro de reflexão "Fondation pour la recherche stratégique" (Fundação para a pesquisa estratégica).

Esta especialista em Ásia destaca que a China "está absolutamente aberta ao diálogo". De fato, os dirigentes europeus e o presidente americano, Donald Trump, têm se sucedido em Pequim.

No entanto, "sem que surja nenhuma solução, porque, na quase totalidade destes temas, a China não é uma solução, é um problema", afirma. "A menos que a Europa adote medidas coercitivas, nada vai mudar", acrescentou.

Alice Ekman, do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia, considera que o G7 também não deve esquecer o "posicionamento geoestratégico da China, que também tomou partido, de maneira bastante clara, pela Rússia e pela República Islâmica do Irã".

Nesta fase de crescente polarização do mundo, a China "está saindo progressivamente da ambiguidade estratégica", observa.

"O sucesso do G7 vai depender da capacidade dos membros de restabelecer uma forma de confiança e uma dinâmica de cooperação entre eles, seja em relação a minerais críticos, a questões digitais ou econômicas", segundo Ekman.

A urgência de se entender é ainda mais importante, já que, enquanto o G7 hesita, "a China constrói uma coalizão rival de países, incluindo a Rússia", afirma.

S.Fujimoto--JT