The Japan Times - Casa Branca solicita orçamento de defesa de US$ 1,5 trilhão

EUR -
AED 4.233412
AFN 75.493281
ALL 93.476873
AMD 423.012424
AOA 1058.078854
ARS 1724.84304
AUD 1.637146
AWG 2.074665
AZN 1.9613
BAM 1.957195
BBD 2.320614
BDT 142.631679
BHD 0.434585
BIF 3450.283135
BMD 1.152592
BND 1.478454
BOB 13.993612
BRL 5.923142
BSD 1.152201
BTN 109.959957
BWP 15.66817
BYN 3.395921
BYR 22590.796538
BZD 2.317352
CAD 1.62202
CDF 2604.856784
CHF 0.933478
CLF 0.026717
CLP 1054.90939
CNY 7.784085
CNH 7.778005
COP 3695.289544
CRC 522.463388
CUC 1.152592
CUP 30.543679
CVE 110.821967
CZK 24.174802
DJF 204.839013
DKK 7.475214
DOP 67.309719
DZD 153.225447
EGP 57.834277
ERN 17.288875
ETB 184.242088
FJD 2.549475
FKP 0.857957
GBP 0.857355
GEL 3.014012
GGP 0.857957
GHS 13.502625
GIP 0.857957
GMD 85.292198
GNF 10125.518143
GTQ 8.788265
GYD 241.218821
HKD 9.04041
HNL 30.958679
HRK 7.534952
HTG 150.646086
HUF 361.27813
IDR 20702.851399
ILS 3.471399
IMP 0.857957
INR 109.608412
IQD 1509.895075
IRR 1584957.60632
ISK 141.80319
JEP 0.857957
JMD 182.179872
JOD 0.817187
JPY 181.67259
KES 149.141517
KGS 100.79462
KHR 4667.996734
KMF 493.309394
KRW 1646.00506
KWD 0.356499
KYD 0.960164
KZT 542.785168
LAK 26048.57164
LBP 103214.582979
LKR 386.855782
LRD 208.936033
LSL 19.052185
LTL 3.403304
LVL 0.697191
LYD 7.33626
MAD 10.744475
MDL 20.168941
MGA 4950.381183
MKD 61.573895
MMK 2420.05814
MNT 4131.233505
MOP 9.308534
MRU 46.230476
MUR 53.594212
MVR 17.818945
MWK 2002.051424
MXN 19.906036
MYR 4.721703
MZN 73.650705
NAD 19.051931
NGN 1571.305274
NIO 42.400226
NOK 11.00657
NPR 175.938423
NZD 1.956749
OMR 0.443186
PAB 1.152221
PEN 3.912473
PGK 5.09395
PHP 70.316161
PKR 320.218844
PLN 4.297288
PYG 6869.927239
QAR 4.202061
RON 5.250283
RSD 117.347682
RUB 92.924497
RWF 1692.004557
SAR 4.315567
SBD 9.302748
SCR 15.433387
SDG 692.133809
SEK 10.981069
SGD 1.477876
SLE 28.181113
SOS 658.46941
SRD 43.67285
STD 23856.320291
STN 24.89598
SVC 10.082187
SZL 19.052529
THB 38.341538
TJS 10.634743
TMT 4.034071
TND 3.389771
TRY 54.80355
TTD 7.822577
TWD 37.357224
TZS 3060.128502
UAH 51.521028
UGX 4315.001205
USD 1.152592
UYU 46.423296
UZS 13847.236438
VES 848.482424
VND 30271.091065
VUV 137.324159
WST 3.149129
XAF 656.424953
XAG 0.019291
XAU 0.000282
XCD 3.114936
XCG 2.07658
XDR 0.817312
XOF 654.099666
XPF 119.331742
YER 274.773117
ZAR 18.891666
ZMK 10374.708657
ZMW 21.802137
ZWL 371.134044
Casa Branca solicita orçamento de defesa de US$ 1,5 trilhão
Casa Branca solicita orçamento de defesa de US$ 1,5 trilhão / foto: Alex Brandon - POOL/AFP/Arquivos

Casa Branca solicita orçamento de defesa de US$ 1,5 trilhão

A Casa Branca enviou nesta sexta-feira (3) ao Congresso um projeto de orçamento de defesa de 1,5 trilhão de dólares (7,7 trilhões de reais) para 2027, no momento em que os Estados Unidos enfrentam gastos significativos com a guerra no Irã.

Tamanho do texto:

Se for aprovado, os gastos militares passarão de 1 trilhão de dólares em 2026 para 1,5 trilhão em 2027, segundo o documento apresentado ao Congresso.

Este seria o maior aumento desde a Segunda Guerra Mundial, segundo a imprensa americana, e implicaria um acréscimo de 42% no orçamento global do Pentágono.

As despesas não militares diminuiriam 10% (quase 73 bilhões de dólares), por meio da "redução ou eliminação de programas progressistas, politizados e perdulários".

Os Estados Unidos são, com ampla folga, o país com o maior orçamento de defesa.

Nos preparativos para a publicação da proposta, o presidente Donald Trump e seus assessores ressaltaram a urgência de aumentar os gastos de defesa, enfatizando a necessidade de repor os estoques de armamentos e outros recursos militares devido à guerra no Irã.

A imprensa americana - que cita sessões informativas a portas fechadas no Congresso - informou que a guerra com o Irã poderia custar até 2 bilhões de dólares (10,3 bilhões de reais) por dia.

O presidente Donald Trump apresentou o aumento dos gastos no setor de defesa como uma necessidade urgente, argumentando que o investimento militar deve ter prioridade em tempos de guerra, inclusive sobre os programas sociais federais.

Em um evento privado recente, por exemplo, Trump afirmou que as responsabilidades com saúde deveriam ser administradas no nível estadual, enquanto Washington se concentra na "proteção militar".

- "Guerra imprudente" -

O rascunho do orçamento, publicado em forma de resumo, não é vinculante, mas serve como referência sobre as prioridades do governo à medida que o Congresso começa a redigir a legislação.

Os congressistas têm a prerrogativa de reformar ou rejeitar o plano.

Trump deseja que o Congresso aprove a maior parte do orçamento de defesa — mais de 1,1 trilhão de dólares — por meio do processo habitual de dotações, enquanto busca viabilizar outros 350 bilhões utilizando um mecanismo partidário que evitaria a necessidade de apoio democrata.

Os líderes republicanos se mostraram receptivos a esta abordagem, em particular enquanto pressionam por um aumento dos gastos em defesa e para a aplicação das leis de imigração.

Mas o plano pode enfrentar resistência dentro do próprio partido de Trump, onde alguns congressistas questionam o aprofundamento dos déficits federais.

Os Estados Unidos registram um déficit fiscal que se aproxima de 2 trilhões de dólares, com uma dívida total que supera 39 trilhões, o que deixa uma margem fiscal limitada para novos gastos sem ampliar ainda mais o rombo.

Parlamentares dos dois partidos já expressaram preocupação com a magnitude do aumento proposto dos gastos militares, especialmente porque o governo apresentou poucos detalhes sobre a evolução do conflito com o Irã.

Há um ceticismo semelhante em relação aos cortes internos, muitos deles rejeitados anteriormente pelo Congresso.

Os projetos de lei de gastos aprovados no início do ano preservaram em grande medida o financiamento de programas que a Casa Branca volta a tentar reduzir ou eliminar agora.

"O povo americano quer saúde, não guerra. O governo Trump gastou bilhões em uma guerra imprudente com o Irã, mas SE RECUSA a aumentar o financiamento para a saúde", afirmaram os democratas da Câmara dos Representantes em um comunicado publicado nas redes sociais. "É cruel. Os democratas da Câmara não apoiarão".

K.Inoue--JT