The Japan Times - Israel anuncia operações terrestres contra o Hezbollah no Líbano

EUR -
AED 4.241201
AFN 76.219915
ALL 93.210974
AMD 421.7986
AOA 1060.156793
ARS 1727.958172
AUD 1.63908
AWG 2.081626
AZN 1.959559
BAM 1.954403
BBD 2.32254
BDT 142.738005
BHD 0.43488
BIF 3440.896583
BMD 1.154855
BND 1.478624
BOB 14.004993
BRL 5.916207
BSD 1.153151
BTN 109.628664
BWP 15.63742
BYN 3.410563
BYR 22635.15384
BZD 2.319233
CAD 1.618125
CDF 2611.126427
CHF 0.932311
CLF 0.026733
CLP 1055.559908
CNY 7.795147
CNH 7.793913
COP 3675.544784
CRC 522.915026
CUC 1.154855
CUP 30.603652
CVE 110.186265
CZK 24.201154
DJF 205.338828
DKK 7.47541
DOP 67.250199
DZD 153.530983
EGP 57.54318
ERN 17.322822
ETB 186.117873
FJD 2.553963
FKP 0.857848
GBP 0.857774
GEL 3.019946
GGP 0.857848
GHS 13.520339
GIP 0.857848
GMD 84.878181
GNF 10128.411837
GTQ 8.795715
GYD 241.227629
HKD 9.058306
HNL 30.907112
HRK 7.534038
HTG 150.767698
HUF 362.223087
IDR 20682.294394
ILS 3.477385
IMP 0.857848
INR 109.932764
IQD 1510.627108
IRR 1587694.361999
ISK 141.792902
JEP 0.857848
JMD 183.243508
JOD 0.818791
JPY 182.181232
KES 149.439303
KGS 100.991685
KHR 4673.518854
KMF 493.12343
KRW 1638.640772
KWD 0.357023
KYD 0.961017
KZT 541.135669
LAK 26067.486096
LBP 103263.512096
LKR 386.906578
LRD 208.141271
LSL 18.917964
LTL 3.409986
LVL 0.69856
LYD 7.339597
MAD 10.74762
MDL 20.03577
MGA 4908.365176
MKD 61.481068
MMK 2424.552772
MNT 4152.673297
MOP 9.316283
MRU 46.240358
MUR 54.209096
MVR 17.842347
MWK 1999.510632
MXN 19.917775
MYR 4.721853
MZN 73.807157
NAD 18.917964
NGN 1572.381111
NIO 42.438205
NOK 11.00856
NPR 175.401109
NZD 1.964222
OMR 0.444037
PAB 1.153176
PEN 3.903611
PGK 5.170149
PHP 70.148769
PKR 320.189388
PLN 4.30117
PYG 6876.93715
QAR 4.215887
RON 5.244777
RSD 117.358631
RUB 93.515578
RWF 1693.938243
SAR 4.333626
SBD 9.317771
SCR 16.99798
SDG 693.483603
SEK 10.953417
SGD 1.479663
SLE 28.408276
SOS 659.009126
SRD 43.501064
STD 23903.162464
STN 24.481764
SVC 10.089834
SZL 18.902002
THB 38.159872
TJS 10.643495
TMT 4.041992
TND 3.383582
TRY 54.964638
TTD 7.82126
TWD 37.289687
TZS 3055.166026
UAH 51.602087
UGX 4300.926733
USD 1.154855
UYU 46.366868
UZS 13708.204675
VES 871.004473
VND 30288.376519
VUV 137.825311
WST 3.151849
XAF 655.468764
XAG 0.018606
XAU 0.000271
XCD 3.121053
XCG 2.078224
XDR 0.815196
XOF 655.474435
XPF 119.331742
YER 273.556256
ZAR 18.867557
ZMK 10395.078432
ZMW 22.01327
ZWL 371.86277
Israel anuncia operações terrestres contra o Hezbollah no Líbano
Israel anuncia operações terrestres contra o Hezbollah no Líbano / foto: - - AFP

Israel anuncia operações terrestres contra o Hezbollah no Líbano

Israel anunciou nesta segunda-feira (16) que iniciou operações terrestres "limitadas" contra o grupo pró-iraniano Hezbollah no Líbano, enquanto o governo dos Estados Unidos pressiona as grandes potências mundiais para que ajudem a reabrir o Estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irã.

Tamanho do texto:

Em 28 de fevereiro, Washington lançou, em aliança com Israel, bombardeios em larga escala contra o Irã, uma ofensiva que matou o líder supremo Ali Khamenei, sucedido alguns dias depois por seu filho Mojtaba, que ainda não apareceu em público e, segundo várias fontes, ficou ferido.

Desde então, a guerra se propagou pelo Oriente Médio e gera preocupação mundial, tanto pelas graves consequências para a economia como pela instabilidade geopolítica.

O Exército israelense, que executa incursões no sul do Líbano com tropas terrestres e veículos blindados desde o início do mês, informou nesta segunda-feira que, nos últimos dias, empreendeu "operações terrestres limitadas e seletivas contra redutos-chave" do Hezbollah na região.

No comunicado, as forças israelenses citam "esforços de defesa" para "eliminar os terroristas que operam na região".

O Líbano foi arrastado para o conflito em 2 de março, quando o movimento xiita atacou Israel em represália pela morte do líder supremo iraniano.

Israel respondeu com grandes bombardeios, em particular no sul do Líbano, e anunciou a intenção de criar uma "zona-tampão" na fronteira entre os dois países.

Pelo menos 850 pessoas, incluindo 107 crianças, morreram no Líbano nas duas semanas de ofensiva israelense, segundo o governo libanês.

- Liberar o Estreito de Ormuz -

Paralelamente, o governo dos Estados Unidos pressiona a comunidade internacional para conseguir a reabertura do Estreito de Ormuz, que está de fato sob controle do Irã.

Em uma entrevista ao Financial Times, Donald Trump exigiu que a Otan e a China enviem navios de guerra à via crucial, por onde transita 20% do comércio mundial de petróleo e gás liquefeito.

A atual paralisação da rota marítima, onde o Irã atacou vários navios, provocou a disparada do preço do barril de petróleo, que superou a marca de 100 dólares.

"É lógico que aqueles que se beneficiam dessa rota ajudem a garantir que nada de ruim aconteça ali", afirmou o presidente americano, que prometeu que a Marinha dos Estados Unidos começará "muito em breve" a escoltar petroleiros na região.

Trump advertiu que a falta de resposta, ou uma resposta negativa a seu pedido, seria "muito ruim para o futuro da Otan".

Ele também ameaçou adiar uma viagem à China, prevista para o fim do mês, caso Pequim não colabore com a abertura do corredor, ressaltando que o país asiático "importa 90% do seu petróleo através" de Ormuz.

Até o momento, nenhum país anunciou a intenção de aderir à iniciativa de Washington. Japão e Austrália descartaram explicitamente a possibilidade de participar em uma missão. O porta-voz do governo da Alemanha afirmou que a guerra no Oriente Médio "não tem nada a ver com a Otan".

A China afirmou que mantém a comunicação com os Estados Unidos sobre a visita de Trump.

- Mais ataques israelenses no Irã -

A guerra, que nesta segunda-feira entra em seu 17º dia, não dá sinais de trégua.

Trump afirmou no domingo que mantém conversações com o Irã sobre um cessar-fogo, mas ressaltou que, em sua opinião, Teerã "ainda não está totalmente preparado" para isso.

O Irã, por sua vez, não confirmou qualquer negociação.

O Ministério das Relações Exteriores iraniano pediu aos países que estejam considerando responder de maneira positiva ao apelo de Washington que "abstenham-se de qualquer ação" que possa levar "a uma escalada".

Na manhã de segunda-feira, Israel prosseguiu com os bombardeios contra a capital iraniana, após uma noite marcada por fortes explosões. O Estado hebreu também anunciou ataques em Shiraz (sul) e Tabriz (noroeste).

O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, denunciou em particular os bombardeios contra depósitos de combustíveis que, segundo ele, "violam o direito internacional e constituem um ecocídio".

Os moradores de Teerã acordaram no domingo em uma cidade com ares apocalípticos, coberta por uma espessa nuvem de fumaça proveniente de vários depósitos de petróleo atacados.

Por sua vez, o Irã prossegue com os ataques contra bases militares e interesses econômicos americanos em países vizinhos do Golfo, mas também contra infraestruturas civis, como aeroportos, portos e instalações de petróleo.

Nos Emirados Árabes Unidos, o aeroporto de Dubai, um dos principais 'hubs' do tráfego aéreo mundial, precisou suspender por várias horas suas operações em consequência de um ataque com drone e do incêndio em um depósito de combustível.

Um ataque com drone também provocou um incêndio na importante zona industrial petrolífera emiradense de Fujairah, localizada na costa do Golfo de Omã.

A Arábia Saudita anunciou que interceptou 61 drones no leste do país nesta segunda-feira.

A cotação do petróleo deu sinais de estabilização ao redor dos 100 dólares por barril, após o forte aumento registrado no início da guerra.

Os países membros da Agência Internacional de Energia (AIE) decidiram, na semana passada, liberar coletivamente 400 milhões de barris de suas reservas estratégicas, uma decisão sem precedentes nos 50 anos de história da instituição.

O Japão, que depende do petróleo do Oriente Médio para 95% de suas importações, começou nesta segunda-feira a recorrer às suas reservas, liberando o equivalente a 15 dias de consumo nacional.

burx-dla/cab/meb/avl/fp

Y.Kimura--JT