The Japan Times - Europa pressiona por inclusão de Ucrânia em cúpula entre EUA e Rússia

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Europa pressiona por inclusão de Ucrânia em cúpula entre EUA e Rússia

Europa pressiona por inclusão de Ucrânia em cúpula entre EUA e Rússia

Líderes europeus pressionaram, neste domingo (10), pela inclusão de Kiev nas conversas entre Washington e Moscou esta semana, das quais o presidente ucraniano Volodimir Zelensky pode participar, segundo um diplomata americano.

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Os presidentes da Rússia e dos Estados Unidos vão se encontrar em 15 de agosto no Alasca como parte dos esforços de Trump para tentar encontrar uma saída para o conflito iniciado em fevereiro de 2022 com a invasão russa da Ucrânia.

Mas governantes da União Europeia (UE) insistiram que qualquer acordo para encerrar a guerra de três anos deve contar com a presença da Ucrânia.

Ministros das Relações Exteriores da UE discutirão a cúpula na segunda-feira em uma videoconferência, junto com seu par ucraniano.

O embaixador dos Estados Unidos na Otan, Matthew Whitaker, afirmou neste domingo que o presidente ucraniano poderá sim participar da cúpula no Alasca.

"Sim, eu certamente acredito que é possível", disse Whitaker à CNN sobre a participação de Zelensky. "Não pode haver um acordo sem a concordância de cada uma das partes envolvidas."

A exclusão da Ucrânia da cúpula gerou consternação sobre um possível acordo que exija que Kiev ceda território à Rússia, algo que a UE rejeita.

Ao anunciar a cúpula, na sexta-feira, Trump disse que "haverá algum intercâmbio de territórios para o benefício de ambos", referindo-se à Ucrânia e à Rússia, sem dar mais detalhes.

"Quaisquer decisões contra nós, quaisquer decisões sem a Ucrânia também são decisões contra a paz", advertiu Zelensky nas redes sociais. "Os ucranianos não vão entregar sua terra ao ocupante".

Neste domingo, os principais líderes europeus assinaram uma declaração na qual afirmaram que "apenas uma abordagem que combine uma diplomacia ativa, o apoio à Ucrânia e a pressão sobre a Federação Russa" poderá pôr fim à guerra.

"Aplaudimos o trabalho do presidente Trump para deter o massacre na Ucrânia" e "estamos prontos para apoiar esse trabalho no plano diplomático, além de manter nosso substancial apoio militar e financeiro à Ucrânia", e também "manter e impor medidas restritivas contra a Federação Russa", indicaram os líderes europeus.

Entre os signatários da declaração estão o francês Emamanuel Macron, a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni; o chanceler alemão, Fiedrich Merz; os premiês polonês, Donald Tusk, e britânico, Keir Starmer, além da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

"Qualquer acordo entre os Estados Unidos e a Rússia deve incluir a Ucrânia e a UE, pois se trata da segurança da Ucrânia e da Europa", disse a chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, em um comunicado publicado neste domingo, lembrando que "o direito internacional é claro: todos os territórios ocupados temporariamente pertencem à Ucrânia".

As três rodadas de negociações entre Rússia e Ucrânia realizadas este ano não renderam frutos, e ainda não está claro se uma cúpula contribuirá para aproximar a paz.

- Cúpula no Alasca -

A invasão russa da Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022, deixou dezenas de milhares de mortos, milhões de deslocados e grande destruição.

Putin tem resistido aos múltiplos apelos dos Estados Unidos, da Europa e da Ucrânia para declarar um cessar-fogo.

 

Trump e Putin se encontraram pela última vez em 2019, em uma cúpula do G20 no Japão, durante o primeiro mandato do americano, embora tenham se falado por telefone em várias ocasiões desde janeiro.

Após mais de três anos de combates, as posições ucranianas e russas continuam irreconciliáveis.

Para acabar com o conflito, Moscou exige que a Ucrânia ceda quatro regiões parcialmente ocupadas (Donetsk, Luhansk, Zaporizhzhia e Kherson), além da Crimeia, anexada em 2014, e que renuncie ao fornecimento de armas ocidentais e a qualquer adesão à Otan.

Essas condições são inaceitáveis para a Ucrânia, que exige a retirada das tropas russas de seu território e garantias de segurança ocidentais. Isso incluiria mais fornecimento de armas e o envio de um contingente europeu, aos quais a Rússia se opõe.

T.Shimizu--JT