The Japan Times - Biden garante que EUA não vai entrar em default

EUR -
AED 4.115293
AFN 71.716802
ALL 90.889063
AMD 403.262738
ANG 2.005577
AOA 1028.68237
ARS 1712.583673
AUD 1.594208
AWG 2.019825
AZN 1.909415
BAM 1.955135
BBD 2.254133
BDT 138.942707
BGN 1.958565
BHD 0.422556
BIF 3358.656784
BMD 1.120569
BND 1.429813
BOB 13.570381
BRL 6.09601
BSD 1.119219
BTN 106.210848
BWP 15.462737
BYN 3.296778
BYR 21963.14421
BZD 2.250834
CAD 1.565939
CDF 2594.116673
CHF 0.923171
CLF 0.02827
CLP 1112.6354
CNY 7.464224
CNH 7.453242
COP 3545.793087
CRC 508.926772
CUC 1.120569
CUP 26.859857
CVE 110.227481
CZK 24.44637
DJF 199.292165
DKK 7.504901
DOP 67.83691
DZD 151.497433
EGP 62.45874
ERN 16.808529
ETB 180.682
FJD 2.514224
FKP 0.836758
GBP 0.836432
GEL 2.917805
GGP 0.836758
GHS 13.038562
GIP 0.836758
GMD 82.922473
GNF 9905.628333
GTQ 8.556088
GYD 234.59015
HKD 8.791813
HNL 30.081761
HRK 7.58514
HTG 146.63009
HUF 367.479695
IDR 20312.714773
ILS 3.523696
IMP 0.836758
INR 106.35597
IQD 1696.622506
IRR 2093687.147765
ISK 136.519303
JEP 0.836758
JMD 177.849464
JOD 0.794527
JPY 176.559592
KES 145.440495
KGS 97.99227
KHR 4566.445678
KMF 494.171137
KPW 1008.51168
KRW 1494.188988
KWD 0.348688
KYD 0.932683
KZT 507.457272
LAK 25198.422989
LBP 100221.586689
LKR 372.263289
LRD 190.255241
LSL 18.651351
LTL 3.308748
LVL 0.677821
LYD 7.194551
MAD 11.004454
MDL 20.033181
MGA 5062.276908
MKD 61.554048
MMK 2352.778697
MNT 4033.503154
MOP 9.043722
MRU 45.382553
MUR 52.980907
MVR 17.313208
MWK 1940.239583
MXN 21.05117
MYR 4.547496
MZN 71.615961
NAD 18.651351
NGN 1508.812401
NIO 41.185981
NOK 10.31876
NPR 169.937157
NZD 1.98612
OMR 0.428844
PAB 1.119319
PEN 3.873681
PGK 5.093266
PHP 71.4525
PKR 309.618113
PLN 4.423165
PYG 6556.768215
QAR 4.079811
RON 5.358787
RSD 117.480012
RUB 89.982772
RWF 1652.137647
SAR 4.207062
SBD 9.029773
SCR 16.419111
SDG 674.026121
SEK 11.010935
SGD 1.432987
SHP 0.838561
SLE 25.665129
SLL 23497.767811
SOS 639.5823
SRD 42.155234
STD 23193.507231
STN 24.491664
SVC 9.792667
SYP 14569.632352
SZL 18.645653
THB 37.788977
TJS 10.301993
TMT 3.92199
TND 3.346861
TOP 2.69806
TRY 55.954252
TTD 7.588417
TWD 36.55452
TZS 2965.790508
UAH 50.761722
UGX 4756.381028
USD 1.120569
UYU 44.994685
UZS 13423.430948
VES 994.481985
VND 28914.591409
VUV 132.928979
WST 3.110942
XAF 655.957
XAG 0.022814
XAU 0.000289139815
XCD 3.028393
XCG 2.017013
XDR 0.7923
XOF 655.957
XPF 119.331742
YER 264.68232
ZAR 18.735565
ZMK 10086.465938
ZMW 22.568318
ZWL 360.822626
SSP 6437.91038
MXV 2.372582
Biden garante que EUA não vai entrar em default
Biden garante que EUA não vai entrar em default / foto: Mandel NGAN - AFP

Biden garante que EUA não vai entrar em default

O presidente americano, Joe Biden, garantiu, nesta quinta-feira (25), que os Estados Unidos vão conseguir evitar um default, mesmo depois de os legisladores terem iniciado seu recesso de dez dias sem chegar a um acordo sobre o aumento do limite de endividamento do país.

Tamanho do texto:

Falta uma semana para 1º de junho, data a partir da qual o governo pode começar a ficar sem dinheiro para honrar suas dívidas, o que poderia provocar um terremoto nos mercados globais.

No entanto, membros do Congresso saíram de férias para aproveitar o feriado prolongado do Dia dos Veteranos e não se espera que voltem antes de 4 de junho.

"Não vai haver um default", garantiu Biden na Casa Branca, acrescentando que suas negociações com o presidente da Câmara de Representantes, o republicano Kevin McCarthy, têm sido "produtivas".

Mas o líder da minoria democrata na Casa, Hakeem Jeffries, criticou os republicanos, acusando-os de abandonar o trabalho em Washington e "correrem o risco de um calote perigoso em uma crise que eles mesmos criaram".

"Esses republicanos vão dizer que Joe Biden se negou a se sentar (para negociar) com eles", acrescentou. "Essa é uma narrativa falsa".

Os representantes republicanos exigem cortes nos gastos públicos de até 130 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 650 bilhões na cotação atual) em troca de votar pelo aumento do teto da dívida. Também querem requisitos mais estritos para os solicitantes de subsídios e recuperar fundos de ajuda não gastos na pandemia de covid-19.

Os democratas rejeitam os cortes e querem que os republicanos apoiem incondicionalmente o aumento do teto de emissão da dívida, como fizeram dezenas de vezes antes.

- Preparação militar -

Há meses, economistas preveem desastres econômicos se os Estados Unidos entrarem em default. Nesta quinta, foi a vez de um alto comandante militar do Pentágono alertar que o calote teria "um impacto significativamente alto nas tropas".

"A preparação seria afetada claramente. Assim, nossos exercícios em larga escala demorariam ou, em muitos casos, parariam", disse à imprensa Mark Milley, chefe do Estado-maior Conjunto.

McCarthy afirmou que os legisladores devem voltar em caráter de urgência a Washington se um acordo for alcançado em sua ausência, pois precisa ser votado na Câmara.

O legislador afirmou que não vai aceitar a ideia do governo Biden de impor aumentos de impostos aos ricos como alternativa aos cortes para reduzir a carga da dívida nacional, que passa dos 31 trilhões de dólares (cerca de R$ 155 trilhões, na cotação atual).

McCarthy mencionou uma pesquisa da rede CNN, publicada esta semana, segundo a qual 60% dos consultados disseram que um aumento do teto da dívida deveria ser acompanhado de cortes, embora 51% dos entrevistados em uma consulta da universidade de Monmouth afirmaram que gostariam de desvincular os dois temas.

"Sabemos onde estão nossas diferenças e continuaremos na mesa para tentar resolver o problema", disse McCarthy.

- 'Crise fabricada' -

O chefe de gabinete da Casa Branca, Jeff Zients, sugeriu que os protestos republicanos sobre os gastos do governo são pouco sinceros. Zients destacou o plano republicano para estender os cortes de impostos durante o governo de Donald Trump que, segundo os democratas, adicionariam 3,5 trilhões de dólares (R$ 17,4 trilhões) à dívida.

Aumentar o teto de endividamento não repercute nos gastos futuros. Só autoriza o governo a honrar compromissos já aprovados e executados.

O vice-secretário do Tesouro, Wally Adeyemo, disse a investidores em uma conferência em Washington que a ameaça de calote é uma "crise fabricada", que já encarece os empréstimos e custa dinheiro aos americanos.

Se o processo não for acelerado, qualquer acordo exigiria pelo menos dez dias para ser aprovado pela Câmara de Representantes e o Senado antes de chegar à mesa de Biden para ser promulgado.

Pagamentos à Previdência Social no valor de cerca de 25 bilhões de dólares (cerca de 125 bilhões de reais), previstos para 2 de junho, poderiam ser interrompidos.

T.Ueda--JT