The Japan Times - América do Sul inicia histórica Liga das Nações feminina rumo à Copa de 2027

EUR -
AED 4.302647
AFN 72.638638
ALL 95.608183
AMD 431.881383
ANG 2.097675
AOA 1075.514006
ARS 1630.845589
AUD 1.613503
AWG 2.110316
AZN 1.989448
BAM 1.95625
BBD 2.359683
BDT 143.813068
BGN 1.956452
BHD 0.441981
BIF 3486.049359
BMD 1.171584
BND 1.49093
BOB 8.096103
BRL 5.889319
BSD 1.171589
BTN 112.066812
BWP 15.783101
BYN 3.264623
BYR 22963.054086
BZD 2.356322
CAD 1.605832
CDF 2625.52082
CHF 0.915892
CLF 0.026416
CLP 1039.652225
CNY 7.956171
CNH 7.951883
COP 4443.409545
CRC 533.331738
CUC 1.171584
CUP 31.046986
CVE 110.656382
CZK 24.338137
DJF 208.213644
DKK 7.472833
DOP 69.41625
DZD 155.213843
EGP 62.000466
ERN 17.573766
ETB 184.37803
FJD 2.583519
FKP 0.866046
GBP 0.866328
GEL 3.139832
GGP 0.866046
GHS 13.230052
GIP 0.866046
GMD 85.525327
GNF 10283.581368
GTQ 8.938055
GYD 245.112637
HKD 9.173915
HNL 31.175614
HRK 7.535401
HTG 153.010407
HUF 358.199779
IDR 20506.534512
ILS 3.410125
IMP 0.866046
INR 112.090223
IQD 1534.775554
IRR 1538290.307204
ISK 143.612919
JEP 0.866046
JMD 185.287069
JOD 0.830693
JPY 184.926419
KES 151.345235
KGS 102.45502
KHR 4699.225459
KMF 493.237542
KPW 1054.445637
KRW 1745.133131
KWD 0.361129
KYD 0.976354
KZT 549.881745
LAK 25716.277199
LBP 105150.654656
LKR 380.233921
LRD 214.57545
LSL 19.225625
LTL 3.459384
LVL 0.70868
LYD 7.410236
MAD 10.747822
MDL 20.09322
MGA 4891.365002
MKD 61.668128
MMK 2459.488263
MNT 4193.890538
MOP 9.450755
MRU 46.863029
MUR 54.841737
MVR 18.053658
MWK 2040.317469
MXN 20.125359
MYR 4.604916
MZN 74.879938
NAD 19.225731
NGN 1605.855166
NIO 43.002986
NOK 10.743192
NPR 179.313588
NZD 1.973194
OMR 0.450471
PAB 1.171609
PEN 4.01678
PGK 5.108049
PHP 71.437396
PKR 326.404046
PLN 4.248575
PYG 7164.647427
QAR 4.268669
RON 5.209682
RSD 117.42909
RUB 86.90246
RWF 1710.513213
SAR 4.402898
SBD 9.410468
SCR 16.259612
SDG 703.535975
SEK 10.923262
SGD 1.490179
SHP 0.874706
SLE 28.824564
SLL 24567.541377
SOS 669.56084
SRD 43.575928
STD 24249.431498
STN 24.896168
SVC 10.251357
SYP 129.552586
SZL 19.313562
THB 37.877654
TJS 10.971904
TMT 4.112261
TND 3.374746
TOP 2.820894
TRY 53.219686
TTD 7.948963
TWD 36.947672
TZS 3043.366066
UAH 51.519507
UGX 4393.085133
USD 1.171584
UYU 46.541496
UZS 14150.396048
VES 595.240638
VND 30868.905564
VUV 138.222207
WST 3.166486
XAF 656.124669
XAG 0.013388
XAU 0.00025
XCD 3.166265
XCG 2.111467
XDR 0.814215
XOF 654.328298
XPF 119.331742
YER 279.56933
ZAR 19.250415
ZMK 10545.665034
ZMW 22.113745
ZWL 377.249696
América do Sul inicia histórica Liga das Nações feminina rumo à Copa de 2027
América do Sul inicia histórica Liga das Nações feminina rumo à Copa de 2027 / foto: Rodrigo BUENDIA - AFP

América do Sul inicia histórica Liga das Nações feminina rumo à Copa de 2027

A partir desta sexta-feira (24), nove seleções femininas da América do Sul darão o histórico pontapé inicial à Liga das Nações, as primeiras eliminatórias para Copa do Mundo no continente, torneio que elevará o nível de competição na categoria.

Tamanho do texto:

Sem o Brasil, já classificado como anfitrião do Mundial de 2027, as seleções de Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela vão disputar duas vagas diretas e duas para a repescagem intercontinental.

Apesar da ausência marcante da Seleção Brasileira, campeã da Copa América este ano, as eliminatórias, que vão até junho de 2026, são fundamentais para a consolidação do futebol feminino.

"Para todas as pessoas que acompanham, é um momento histórico (...) são passos importantes que vão fazer com que o futebol feminino continue se desenvolvendo", disse à AFP a treinadora argentina Daniela Díaz.

Díaz, que dirige a Universidad Católica do Equador, se emociona ao pensar no impacto que o torneio terá entre torcedores e seleções.

"As pessoas vão poder ir aos estádios e isso é algo novo para o futebol feminino, que a equipe visitante sinta a sua torcida", comentou. Para as jogadoras, "tudo vai ser um aprendizado".

"Estas eliminatórias vão ser duríssimas, pelo que vi na Copa América. Então acho que todos os jogos serão importantes (...) essa exposição fará todos crescerem", antecipou a treinadora.

- Novos ingredientes -

Bolívia e Equador farão o jogo de abertura às 18h00 (horário de Brasília) na cidade de El Alto, a 4.150 metros acima do nível do mar.

No mesmo horário, a Venezuela receberá o Chile em Barquisimeto.

O torneio terá "um montão de ingredientes que são novos para todos e quem souber administrar melhor vai tirar proveito", comentou dias Díaz.

Para a analista colombiana María Franco, o fato de o Brasil não estar nestas eliminatórias dá a sensação de que qualquer um pode vencer qualquer um" devido à vantagem de jogar em casa.

"Qualquer seleção que tiver que jogar contra a Bolívia lá vai sofrer, e bastante", prevê Franco, diretora do portal Matchday Woman.

A Argentina também entra em campo na sexta-feira, recebendo em Buenos Aires o Paraguai, que na Copa América teve uma das artilheiras do torneio, a jovem Claudia Martínez.

A Colômbia, favorita para ficar com uma das vagas no Mundial, fechará a primeira rodada enfrentando o Peru em Medellin.

A seleção uruguaia só estreará na segunda rodada, no dia 28 de outubro.

- Matéria-prima -

A Copa do Mundo feminina de 2027 será a primeira disputada na América do Sul.

"Acho que vai ser especial" porque o Brasil "é um país tão passional" quando se trata de futebol, que o espetáculo está garantido, afirmou Franco.

Os olhares já estão voltados para estrelas como a colombiana Linda Caicedo, as argentinas Florencia Bonsegundo e Yamila Rodríguez e as chilenas Antonia Canales e Christiane Endler, que retorna à 'Roja' depois de dois anos.

"A América do Sul sempre teve matéria-prima", comentou Díaz.

"As jogadoras sul-americanas são muito boas, de muita qualidade, têm essa ousadia que nós, sul-americanos, tempos para jogar futebol. Essa vivacidade, essa leitura de jogo", aponta a treinadora argentina.

Felipe Núñez, analista de futebol feminino, opinou que seleções como Colômbia, Argentina, Paraguai e Uruguai estão em um melhor nível para esta competição.

Por outro lado, Peru e Bolívia, que mostraram um desempenho ruim na Copa América, sofrem com o fato de suas ligas nacionais "não terem crescido".

Mas Díaz não descarta a possibilidade de que, dadas as condições de jogo impostas pelas eliminatórias, essas seleções e suas jogadoras possam surpreender.

Y.Ishikawa--JT