The Japan Times - Economia chinesa cresce 5,2% no 2º trimestre apesar da guerra comercial

EUR -
AED 4.330938
AFN 77.832669
ALL 96.602299
AMD 448.308258
ANG 2.111018
AOA 1081.405926
ARS 1712.281766
AUD 1.683491
AWG 2.122717
AZN 2.011969
BAM 1.952352
BBD 2.385487
BDT 144.854178
BGN 1.98046
BHD 0.444593
BIF 3523.311312
BMD 1.179287
BND 1.505609
BOB 8.213494
BRL 6.173331
BSD 1.184408
BTN 108.30872
BWP 15.600156
BYN 3.391411
BYR 23114.031108
BZD 2.381993
CAD 1.612735
CDF 2541.363858
CHF 0.917604
CLF 0.025732
CLP 1016.049951
CNY 8.19192
CNH 8.177927
COP 4279.633617
CRC 588.120153
CUC 1.179287
CUP 31.251113
CVE 110.070608
CZK 24.316784
DJF 210.907524
DKK 7.469871
DOP 74.866187
DZD 153.292081
EGP 55.426182
ERN 17.68931
ETB 184.766832
FJD 2.595906
FKP 0.863817
GBP 0.863125
GEL 3.178225
GGP 0.863817
GHS 12.987064
GIP 0.863817
GMD 86.679113
GNF 10400.833668
GTQ 9.08795
GYD 247.792382
HKD 9.214933
HNL 31.289151
HRK 7.535878
HTG 155.34618
HUF 380.604318
IDR 19774.289471
ILS 3.641857
IMP 0.863817
INR 106.493127
IQD 1551.553277
IRR 49677.477759
ISK 145.005151
JEP 0.863817
JMD 186.104935
JOD 0.836112
JPY 183.85502
KES 152.423113
KGS 103.128449
KHR 4772.274622
KMF 492.941585
KPW 1061.343532
KRW 1709.471372
KWD 0.362501
KYD 0.986953
KZT 598.108773
LAK 25471.016518
LBP 105583.598595
LKR 366.770704
LRD 219.701992
LSL 18.962411
LTL 3.482129
LVL 0.713339
LYD 7.482785
MAD 10.800625
MDL 20.051588
MGA 5285.631848
MKD 61.645314
MMK 2476.644764
MNT 4208.203103
MOP 9.528032
MRU 47.067395
MUR 54.117259
MVR 18.220542
MWK 2055.212701
MXN 20.433806
MYR 4.637552
MZN 75.179503
NAD 18.962572
NGN 1643.820395
NIO 43.616812
NOK 11.426404
NPR 173.429011
NZD 1.954946
OMR 0.453443
PAB 1.184408
PEN 3.989155
PGK 5.079035
PHP 69.680557
PKR 331.782131
PLN 4.222208
PYG 7875.092072
QAR 4.329654
RON 5.095662
RSD 117.416885
RUB 90.476221
RWF 1732.876805
SAR 4.422659
SBD 9.502817
SCR 16.389742
SDG 709.342365
SEK 10.551968
SGD 1.498998
SHP 0.884771
SLE 28.863016
SLL 24729.064203
SOS 677.426358
SRD 44.842382
STD 24408.866168
STN 24.476076
SVC 10.363653
SYP 13042.416233
SZL 18.967656
THB 37.188904
TJS 11.062064
TMT 4.139298
TND 3.417065
TOP 2.839441
TRY 51.295343
TTD 8.018906
TWD 37.243063
TZS 3050.273424
UAH 51.045558
UGX 4230.52861
USD 1.179287
UYU 45.948851
UZS 14479.428382
VES 438.270999
VND 30663.828412
VUV 140.969154
WST 3.21511
XAF 655.310907
XAG 0.013545
XAU 0.000239
XCD 3.187083
XCG 2.134521
XDR 0.814972
XOF 654.800579
XPF 119.331742
YER 281.112568
ZAR 18.879387
ZMK 10615.001017
ZMW 23.242951
ZWL 379.73003
Economia chinesa cresce 5,2% no 2º trimestre apesar da guerra comercial
Economia chinesa cresce 5,2% no 2º trimestre apesar da guerra comercial / foto: STR - AFP

Economia chinesa cresce 5,2% no 2º trimestre apesar da guerra comercial

A economia chinesa cresceu 5,2% no segundo trimestre do ano, segundo dados oficiais publicados nesta terça-feira (15) que coincidem com as previsões, graças ao bom desempenho das exportações e apesar da guerra comercial com os Estados Unidos.

Tamanho do texto:

O governo da segunda maior economia mundial trava uma batalha em várias frentes para manter o crescimento econômico, um desafio que se viu dificultado pela ofensiva tarifária do presidente americano Donald Trump.

O presidente americano impôs tarifas à China e aos principais parceiros comerciais dos americanos desde que retornou ao cargo em janeiro, ameaçando as exportações chinesas justamente quando Pequim está mais dependente delas para estimular a atividade econômica.

Washington e Pequim vêm tentando desescalar a disputa comercial após terem chegado a um marco de acordo em negociações realizadas em Londres no mês passado, mas observadores alertam sobre uma incerteza persistente.

Trump aumentou as apostas na segunda-feira, ao avisar aos parceiros comerciais da Rússia que imporá tarifas "muito severas", chegando a 100%, se Moscou não acabar com sua guerra na Ucrânia dentro de 50 dias.

Os países ocidentais pedem repetidamente à China - um aliado comercial importante da Rússia - para exercer sua influência e fazer com que Vladimir Putin pare sua guerra de três anos contra a Ucrânia.

Os dados oficiais divulgados nesta terça-feira mostram que a economia chinesa cresceu 5,2% no segundo trimestre, o que corresponde à previsão de uma pesquisa da AFP realizada com analistas na semana passada.

As vendas no varejo - indicador-chave de consumo - subiram 4,8% em relação ao ano anterior, abaixo da previsão de 5,3% em uma pesquisa da Bloomberg com economistas, o que sugere que os esforços para reativar o consumo interno não conseguem decolar.

Contudo, a produção industrial aumentou 6,8%, acima da estimativa de 5,6%.

"A economia nacional resistiu à pressão e mostrou uma melhora constante apesar dos desafios", disse o vice-diretor do Departamento Nacional de Estatísticas, Sheng Laiyun, em coletiva de imprensa.

"A produção e a demanda cresceram de forma constante, o emprego manteve-se geralmente estável, a renda das famílias continuou a aumentar, os novos motores de crescimento testemunharam um desenvolvimento robusto e o desenvolvimento de alta qualidade alcançou novos avanços", afirmou.

- "Diálogo" -

Alimentando ainda mais o otimismo, dados da Administração Geral de Alfândega da China divulgados na segunda-feira mostraram que as exportações aumentaram muito mais que o esperado em junho (5,8% em termos anuais e 32,4% na comparação com o mês anterior), com ajuda da trégua comercial entre Washington e Pequim.

As importações também subiram 1,1%, acima do avanço previsto de 0,3%, o que representa o primeiro crescimento deste ano.

O oficial da alfândega Wang Lingjun afirmou em coletiva de imprensa na segunda-feira que Pequim esperava "que os Estados Unidos continuassem a trabalhar juntos com a China na mesma direção", relatou a emissora estatal CCTV.

A trégua tarifária foi "duramente conquistada", disse Wang. "Não há saída por meio de chantagem e coerção. Diálogo e cooperação são o caminho certo", frisou.

Muitos analistas, no entanto, preveem um crescimento mais lento nos próximos seis meses, com uma demanda interna frágil como principal obstáculo.

Os dados publicados na semana passada mostraram que o índice de preços ao consumidor registrou leve alta na China em junho, rompendo uma sequência de deflação de quatro meses.

O índice de preços ao produtor, que mede o valor dos produtos no atacado quando saem das fábricas, caiu 3,6% em termos anuais no mês passado, o que prolongou uma sequência negativa que já dura vários anos.

Os economistas afirmam que a China precisa mudar para um modelo de crescimento mais impulsionado pelo consumo interno do que pelos motores tradicionais de investimentos em infraestrutura, indústria manufatureira e exportações.

M.Ito--JT