The Japan Times - China qualifica primeiras discussões comerciais com EUA de 'passo importante'

EUR -
AED 4.229821
AFN 74.864237
ALL 93.228828
AMD 421.085566
AOA 1056.160267
ARS 1720.733086
AUD 1.637784
AWG 2.076039
AZN 1.954916
BAM 1.955775
BBD 2.318931
BDT 142.528208
BHD 0.434189
BIF 3440.726871
BMD 1.151756
BND 1.477381
BOB 13.98346
BRL 5.846768
BSD 1.151366
BTN 109.880188
BWP 15.656803
BYN 3.393457
BYR 22574.408206
BZD 2.315671
CAD 1.619057
CDF 2605.270629
CHF 0.931862
CLF 0.026904
CLP 1062.322075
CNY 7.777342
CNH 7.775035
COP 3736.43312
CRC 522.084371
CUC 1.151756
CUP 30.521521
CVE 110.263614
CZK 24.202703
DJF 205.024752
DKK 7.475452
DOP 67.149156
DZD 153.146465
EGP 57.871799
ERN 17.276333
ETB 185.837664
FJD 2.548778
FKP 0.857335
GBP 0.856578
GEL 3.006302
GGP 0.857335
GHS 13.488479
GIP 0.857335
GMD 85.229454
GNF 10111.872879
GTQ 8.78189
GYD 241.04383
HKD 9.033562
HNL 30.861746
HRK 7.534208
HTG 150.536801
HUF 362.376716
IDR 20712.019529
ILS 3.484118
IMP 0.857335
INR 109.655937
IQD 1508.281039
IRR 1583951.78019
ISK 141.999677
JEP 0.857335
JMD 182.047711
JOD 0.816595
JPY 181.232211
KES 149.014032
KGS 100.721368
KHR 4660.900938
KMF 492.951678
KRW 1642.904407
KWD 0.356388
KYD 0.959467
KZT 542.391408
LAK 26041.672617
LBP 103089.392874
LKR 386.57514
LRD 207.822876
LSL 18.980961
LTL 3.400835
LVL 0.696685
LYD 7.334908
MAD 10.727965
MDL 20.154309
MGA 4902.938363
MKD 61.529226
MMK 2418.302526
MNT 4128.236531
MOP 9.301781
MRU 46.030421
MUR 54.17888
MVR 17.794357
MWK 1996.448901
MXN 19.912067
MYR 4.713674
MZN 73.578865
NAD 18.981044
NGN 1570.371947
NIO 42.369467
NOK 10.994201
NPR 175.81079
NZD 1.956723
OMR 0.442841
PAB 1.151386
PEN 3.895551
PGK 5.083936
PHP 70.025536
PKR 319.707481
PLN 4.306816
PYG 6864.943499
QAR 4.197165
RON 5.250796
RSD 117.352727
RUB 93.295072
RWF 1695.341888
SAR 4.314394
SBD 9.295999
SCR 15.438728
SDG 691.053528
SEK 10.992758
SGD 1.476953
SLE 28.160726
SOS 657.991728
SRD 43.543221
STD 23839.013893
STN 24.499267
SVC 10.074873
SZL 18.977597
THB 38.375353
TJS 10.627028
TMT 4.031144
TND 3.382357
TRY 54.772537
TTD 7.816902
TWD 37.32091
TZS 3055.023466
UAH 51.483653
UGX 4311.870919
USD 1.151756
UYU 46.389618
UZS 13747.827169
VES 861.341978
VND 30249.131118
VUV 137.224539
WST 3.146845
XAF 655.948754
XAG 0.019431
XAU 0.000283
XCD 3.112677
XCG 2.075074
XDR 0.816719
XOF 655.948754
XPF 119.331742
YER 274.582072
ZAR 18.940458
ZMK 10367.187916
ZMW 21.786321
ZWL 370.864808
China qualifica primeiras discussões comerciais com EUA de 'passo importante'
China qualifica primeiras discussões comerciais com EUA de 'passo importante' / foto: Fabrice Coffrini - AFP

China qualifica primeiras discussões comerciais com EUA de 'passo importante'

A China qualificou, neste sábado (10), como um "passo importante" os primeiros diálogos comerciais com os Estados Unidos desde o início da guerra tarifária lançada pelo presidente americano, Donald Trump. As discussões são realizadas neste fim de semana em Genebra, na Suíça.

Tamanho do texto:

Participam por parte dos Estados Unidos o secretário do Tesouro, Scott Bessent, e o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer.

A China é representada pelo vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng.

"O contato estabelecido na Suíça é um passo importante para promover a resolução do problema", destacou um comentário publicado pela agência oficial de noticias Xinhua, sem entrar em detalhes sobre o avanço das negociações.

A delegação americana tampouco fez comentários.

As discussões começaram no sábado em um chalé luxuoso do Representante Permanente da Suíça nas Nações Unidas em Genebra e deveriam prosseguir no domingo.

Na sexta-feira, o presidente americano, Donald Trump, sugeriu reduzir para 80% as tarifas alfandegárias cobradas dos produtos chineses.

"O presidente gostaria de resolver o problema com a China. Como ele disse, gostaria de apaziguar a situação", assegurou o secretário do Comércio, Howard Lutnick, em declarações à Fox News na sexta-feira.

A redução anunciada por Trump segue sendo simbólica porque neste nível, as tarifas aduaneiras seguem tendo um grande impacto nas exportações chinesas para os Estados Unidos.

Desde que voltou à Casa Branca, em janeiro, Trump transformou as tarifas alfandegárias em uma arma política e inicialmente anunciou taxações de 145% à China, somadas às já existentes.

Pequim prometeu lutar "até o fim" e respondeu com tarifas de 125% sobre os produtos americanos.

O resultado é que o comércio bilateral entre as duas maiores economias do planeta estagnou e os mercados sofreram fortes turbulências.

- Um passo "construtivo" -

As discussões em Genebra são "um passo positivo e construtivo rumo à redução da escalada", disse a diretora-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Ngozi Okonjo-Iweala.

Em meados de abril, Okonjo-Iweala mostrou-se "muito preocupada" e inclusive avaliou que mesmo que o comércio entre China e Estados Unidos "represente apenas cerca de 3% do comércio mundial de mercadorias, um desacoplamento" das duas principais economias "poderia ter consequências consideráveis".

A presidente da Suíça, Karin Keller-Sutter, relacionou a eleição do papa Leão XIV com as negociações.

"O Espírito Santo esteve em Roma. Devemos esperar que agora venha a Genebra durante o fim de semana", disse na sexta-feira.

O vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, chegou às negociações com o dado positivo de que a China aumentou em 8,1% suas exportações em abril, um número quatro vezes maior ao previsto pelos analistas.

Paralelamente, as exportações para os Estados Unidos caíram quase 18%.

Apesar disso, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, advertiu que Trump "não vai baixar unilateralmente as tarifas alfandegárias para a China" e pediu "concessões".

Segundo Bonnie Glaser, diretora do programa Indo-Pacífico do grupo de especialistas German Marshall Fund, "um resultado possível das discussões na Suíça seria um acordo para suspender a maioria, senão todas as tarifas aduaneiras impostas este ano durante a duração das negociações bilaterais".

Por sua vez, Lizzi Lee, especialista em economia chinesa do Asia Society Policy Institute, espera um "gesto simbólico e provisório", que poderia "aliviar as tensões, mas não resolver desacordos fundamentais".

Xu Bin, professor da Escola Internacional de Negócios China Europa (CEIBS), em Xangai, teme que as tarifas aduaneiras não voltem a um "nível razoável".

"Mesmo se baixarem", afirma, "provavelmente será pela metade e, novamente, serão altas demais para ter um comércio normal".

T.Ikeda--JT