The Japan Times - Chefe do Pentágono alerta para expansão 'excessiva' da China no Ocidente

EUR -
AED 4.234484
AFN 75.525959
ALL 93.496795
AMD 423.119596
AOA 1058.346472
ARS 1725.074788
AUD 1.637107
AWG 2.07519
AZN 1.962632
BAM 1.957691
BBD 2.321202
BDT 142.667793
BHD 0.434694
BIF 3451.156725
BMD 1.152883
BND 1.478828
BOB 13.997155
BRL 5.933088
BSD 1.152493
BTN 109.987798
BWP 15.672137
BYN 3.396781
BYR 22596.516387
BZD 2.317939
CAD 1.62145
CDF 2605.516696
CHF 0.933282
CLF 0.026714
CLP 1054.808019
CNY 7.786056
CNH 7.779885
COP 3695.729428
CRC 522.595673
CUC 1.152883
CUP 30.551412
CVE 110.849957
CZK 24.182763
DJF 204.890551
DKK 7.475254
DOP 67.338982
DZD 153.235527
EGP 57.852662
ERN 17.293252
ETB 184.288964
FJD 2.550121
FKP 0.858174
GBP 0.857162
GEL 3.01479
GGP 0.858174
GHS 13.506006
GIP 0.858174
GMD 85.313246
GNF 10128.081128
GTQ 8.79049
GYD 241.279896
HKD 9.04172
HNL 30.966965
HRK 7.532253
HTG 150.684228
HUF 361.377671
IDR 20717.3163
ILS 3.472278
IMP 0.858174
INR 109.631553
IQD 1510.277371
IRR 1585358.908276
ISK 141.816466
JEP 0.858174
JMD 182.225999
JOD 0.817348
JPY 181.890788
KES 149.159955
KGS 100.819916
KHR 4669.178288
KMF 493.43364
KRW 1648.703679
KWD 0.356749
KYD 0.960407
KZT 542.922598
LAK 26055.16697
LBP 103240.716136
LKR 386.953731
LRD 208.989005
LSL 19.057421
LTL 3.404166
LVL 0.697367
LYD 7.338106
MAD 10.747153
MDL 20.174047
MGA 4951.634462
MKD 61.589485
MMK 2420.670883
MNT 4132.279507
MOP 9.310891
MRU 46.241692
MUR 53.615768
MVR 17.823439
MWK 2002.558271
MXN 19.905456
MYR 4.72314
MZN 73.666005
NAD 19.056776
NGN 1571.829631
NIO 42.410962
NOK 11.003869
NPR 175.98297
NZD 1.95845
OMR 0.44329
PAB 1.152513
PEN 3.913466
PGK 5.095683
PHP 70.32012
PKR 320.299843
PLN 4.29691
PYG 6871.666662
QAR 4.203125
RON 5.251268
RSD 117.365836
RUB 92.949
RWF 1692.432962
SAR 4.31666
SBD 9.305103
SCR 16.068725
SDG 692.305155
SEK 10.995131
SGD 1.478225
SLE 28.187833
SOS 658.63613
SRD 43.683906
STD 23862.360563
STN 24.902283
SVC 10.08474
SZL 19.057047
THB 38.344766
TJS 10.637436
TMT 4.035092
TND 3.390648
TRY 54.820534
TTD 7.824557
TWD 37.364032
TZS 3060.903378
UAH 51.534073
UGX 4316.093737
USD 1.152883
UYU 46.43505
UZS 13850.742055
VES 848.697257
VND 30278.755517
VUV 137.358929
WST 3.149926
XAF 656.591155
XAG 0.01936
XAU 0.000283
XCD 3.115725
XCG 2.077106
XDR 0.817519
XOF 654.286731
XPF 119.331742
YER 274.844616
ZAR 18.901156
ZMK 10377.338487
ZMW 21.807658
ZWL 371.228013
Chefe do Pentágono alerta para expansão 'excessiva' da China no Ocidente
Chefe do Pentágono alerta para expansão 'excessiva' da China no Ocidente / foto: Franco BRANA - AFP

Chefe do Pentágono alerta para expansão 'excessiva' da China no Ocidente

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, alertou nesta quarta-feira (9) sobre a "ameaça" representada pela expansão militar e econômica "excessiva" da China no hemisfério ocidental e afirmou que seu país recuperará o Canal do Panamá da "influência" de Pequim.

Tamanho do texto:

Em seu discurso em uma conferência regional de segurança na Cidade do Panamá, Hegseth pediu que os governos regionais trabalhem juntos para dissuadir a China de suas "ameaças" e evitar a "guerra".

"A guerra com a China certamente não é inevitável. Não a buscamos de forma alguma. Mas, juntos, devemos evitar a guerra, dissuadindo firme e vigorosamente as ameaças da China neste hemisfério", afirmou o chefe do Pentágono.

"Os Estados Unidos enfrentarão, dissuadirão e, se necessário, derrotarão essas ameaças junto com todos vocês, nossos aliados mais próximos", acrescentou.

Hegseth disse que o Exército chinês "tem uma presença excessiva no hemisfério ocidental" e que as empresas chinesas "estão confiscando terras e infraestrutura crítica em setores estratégicos", como energia e telecomunicações.

"Não nos enganemos, Pequim está investindo e operando nesta região para obter vantagens militares e benefícios econômicos injustos", alertou aos ministros, militares e autoridades de segurança da América Central presentes na reunião.

A visita de Hegseth ocorre em meio a tensões crescentes devido às acusações do presidente americano, Donald Trump, de que a China influencia as operações do canal e que os Estados Unidos, apesar de terem construído o canal, são injustamente forçados a pagar pedágios por seu uso.

"Estamos trabalhando em estreita colaboração com nossos parceiros no Panamá para proteger o canal e promover nossos interesses mútuos de segurança. Juntos, estamos recuperando-o da influência chinesa", enfatizou o secretário de Defesa americano nesta quarta-feira.

Na terça-feira, Hegseth se encontrou com o presidente panamenho, José Raúl Mulino, com quem, segundo uma declaração conjunta, concordou em aumentar a cooperação para proteger o canal e buscar uma maneira de "compensar" os pedágios pagos pelos navios de guerra dos Estados Unidos que o atravessam.

O Panamá enfatizou, na versão em espanhol da declaração, que o secretário de Defesa reconheceu sua "soberania irrenunciável" sobre o canal, mas essa frase não aparece na versão em inglês.

- Ataques maliciosos -

O chefe do Pentágono, que também visitou o canal, já havia alertado na terça-feira que os Estados Unidos "não permitirão" que a China "coloque em risco" as operações da hidrovia interoceânica estratégica, por onde passa 5% do comércio marítimo global.

Em sua resposta nesta quarta-feira, Pequim disse que "altos funcionários dos Estados Unidos atacaram maliciosamente a China, difamando e minando a cooperação entre a China e o Panamá".

Os comentários de Hegseth demonstram "mais uma vez a natureza intimidadora dos Estados Unidos", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian.

Trump não descartou o uso da força para retomar o controle da rota, que os Estados Unidos entregaram ao Panamá em 1999 sob tratados bilaterais.

Washington considera uma "ameaça" à segurança nacional e regional a operação dos portos de Balboa (Pacífico) e Cristobal (Atlântico), nas duas entradas do canal, pela Hutchison Holdings, empresa sediada em Hong Kong.

Na segunda-feira, pouco antes da chegada de Hegseth, a Controladoria do Panamá revelou uma auditoria que mostra que a empresa chinesa violou o contrato e não entregou ao país aproximadamente 1,2 bilhão de dólares (R$ 7,2 bilhões, na cotação atual) que lhe correspondem pela concessão portuária.

A Panama Ports Company (PPC), subsidiária do conglomerado de Hong Kong que opera os portos, afirmou nesta quarta-feira que as declarações da Controladoria são "contrárias à realidade".

Em meio às tensões, a Hutchison anunciou, em 4 de março, que venderia seus portos no Panamá para um consórcio dos Estados Unidos. No entanto, o acordo não foi fechado dentro do prazo devido a uma investigação realizada pelos reguladores chineses.

A visita de Hegseth é a segunda de uma alta autoridade dos EUA ao Panamá desde que Trump assumiu o cargo em janeiro, após a visita do secretário de Estado, Marco Rubio, em fevereiro.

M.Sugiyama--JT