The Japan Times - Momentos-chave da guerra na Ucrânia

EUR -
AED 4.251083
AFN 74.08239
ALL 95.019512
AMD 426.497811
ANG 2.07247
AOA 1062.625575
ARS 1653.355313
AUD 1.642373
AWG 2.085345
AZN 1.970787
BAM 1.95579
BBD 2.331088
BDT 142.359269
BGN 1.957269
BHD 0.436198
BIF 3438.082351
BMD 1.157544
BND 1.485992
BOB 7.997959
BRL 5.858908
BSD 1.157394
BTN 110.027435
BWP 15.58092
BYN 3.202284
BYR 22687.863537
BZD 2.327788
CAD 1.619925
CDF 2656.563402
CHF 0.925481
CLF 0.026526
CLP 1047.464623
CNY 7.838308
CNH 7.829003
COP 4043.179245
CRC 526.497297
CUC 1.157544
CUP 30.674918
CVE 110.264434
CZK 24.163389
DJF 206.108942
DKK 7.479007
DOP 67.959651
DZD 154.093209
EGP 60.014692
ERN 17.363161
ETB 182.378464
FJD 2.564998
FKP 0.863395
GBP 0.866069
GEL 3.073309
GGP 0.863395
GHS 12.846934
GIP 0.863395
GMD 84.50101
GNF 10138.947954
GTQ 8.822955
GYD 242.148757
HKD 9.070573
HNL 30.948841
HRK 7.540009
HTG 151.329223
HUF 352.182562
IDR 20580.323071
ILS 3.380978
IMP 0.863395
INR 110.094596
IQD 1516.192217
IRR 1592638.824291
ISK 144.287703
JEP 0.863395
JMD 183.459058
JOD 0.820752
JPY 185.46753
KES 149.879231
KGS 101.227604
KHR 4649.97613
KMF 493.11366
KPW 1041.790057
KRW 1757.17526
KWD 0.357079
KYD 0.964595
KZT 565.967095
LAK 25485.869174
LBP 103650.567934
LKR 388.018008
LRD 210.648919
LSL 18.852303
LTL 3.417926
LVL 0.700186
LYD 7.376962
MAD 10.719745
MDL 20.213896
MGA 4829.975206
MKD 61.644684
MMK 2429.621781
MNT 4141.565227
MOP 9.341452
MRU 45.903764
MUR 54.693197
MVR 17.896013
MWK 2006.989698
MXN 19.936265
MYR 4.69685
MZN 73.970285
NAD 18.852303
NGN 1574.837995
NIO 42.589781
NOK 11.012292
NPR 176.044096
NZD 1.985326
OMR 0.444788
PAB 1.157394
PEN 3.93618
PGK 5.067974
PHP 70.345146
PKR 322.019447
PLN 4.248129
PYG 7086.963621
QAR 4.231078
RON 5.239158
RSD 117.359398
RUB 83.874369
RWF 1699.691275
SAR 4.345186
SBD 9.313105
SCR 16.281116
SDG 695.109697
SEK 10.972001
SGD 1.486866
SHP 0.864224
SLE 28.533708
SLL 24273.124366
SOS 661.496604
SRD 43.418898
STD 23958.824929
STN 24.499874
SVC 10.126948
SYP 127.945773
SZL 18.836903
THB 38.051883
TJS 10.787045
TMT 4.06298
TND 3.395583
TOP 2.787089
TRY 53.516154
TTD 7.86196
TWD 36.603276
TZS 3038.184404
UAH 51.862034
UGX 4339.977722
USD 1.157544
UYU 46.74976
UZS 13861.928843
VES 673.64184
VND 30454.984166
VUV 136.791375
WST 3.175711
XAF 655.953633
XAG 0.017014
XAU 0.000275
XCD 3.12832
XCG 2.085889
XDR 0.815796
XOF 655.953633
XPF 119.331742
YER 276.181789
ZAR 18.881026
ZMK 10419.284009
ZMW 20.219896
ZWL 372.728714
Momentos-chave da guerra na Ucrânia
Momentos-chave da guerra na Ucrânia / foto: SERGEY BOBOK - AFP

Momentos-chave da guerra na Ucrânia

A guerra na Ucrânia deu muitas e inesperadas voltas desde a invasão russa em fevereiro de 2022 até a adoção de um grande plano americano de ajuda a Kiev.

Tamanho do texto:

Ucrânia comunicou no final de fevereiro um balanço de 31.000 soldados mortos no conflito. Já a Rússia não divulga dados sobre suas baixas.

- Invasão -

Em 24 de fevereiro, o presidente russo, Vladimir Putin, anunciou uma "operação militar" na Ucrânia para defender as "repúblicas" separatistas pró-Rússia, cujas independências havia reconhecido três dias antes.

Putin exige que a Crimeia, anexada pela Rússia em 2014, seja reconhecida pela Ucrânia como território russo. Também pede a "desnazificação" do governo ucraniano, que Kiev tenha um "status neutro" e garantias de que o país nunca entrará na Otan.

A União Europeia (UE) informa que financiará a compra e entrega de armas à Ucrânia. Os Estados Unidos anunciam bilhões de dólares em ajuda militar, enquanto o Ocidente começa a aplicar sanções econômicas contra a Rússia.

Em 28 de fevereiro, são celebradas as primeiras negociações entre Rússia e Ucrânia.

Porém, em 3 de março, os russos tomam uma grande cidade, Kherson (sul), uma região fundamental para a agricultura ucraniana e estratégica porque limita com a Crimeia.

- Resistência em Kiev e horror em Bucha -

O Exército russo tenta cercar Kiev, a capital, mas topa com uma feroz resistência.

Em 2 de abril, a Ucrânia anuncia que recuperou o controle da região. Moscou concentra então sua ofensiva no sul e na bacia do Donbass, sob controle parcial dos separatistas pró-Rússia desde 2014.

Após a saída dos russos, dezenas de cadáveres de civis foram descobertos em Bucha e outras localidades próximas a Kiev. O Tribunal Penal Internacional (TPI) abre uma investigação.

- Conquista de Mariupol -

Desde o início da ofensiva, o Exército russo cercou Mariupol (sudeste), um porto estratégico às margens do mar de Azov que permite a conexão da Crimeia com as zonas separatistas do Donbass.

Cerca de 2.500 combatentes ucranianos, entrincheirados na siderúrgica Azovstal junto com cerca mil civis, resistiram em meados de maio.

- Contraofensiva no sul -

Em agosto, as forças ucranianas lançam uma contraofensiva para recuperar o controle de Kherson e sua região.

Segundo Kiev, dezenas de cidades foram retomadas, a infraestrutura e pontes estratégicas sobre o rio Dnieper destruídas, desorganizando o abastecimento dos russos.

No início de setembro, Kiev lançou um ataque surpresa na região de Kharkiv (leste).

Em 11, Kiev reivindica a reconquista de cidades estratégicas como Kupiansk e Izium.

- Mobilização parcial e anexações -

Em 21 de setembro, Putin anuncia uma "mobilização parcial" (300.000 reservistas convocados), desencadeando manifestações e uma fuga de milhares de homens para o exterior.

O presidente russo ameaça utilizar armas nucleares para defender a Rússia frente ao Ocidente.

De 23 a 27 de setembro, as autoridades designadas por Moscou em quatro regiões ucranianas — Luhansk, Donetsk, Kherson e Zaporizhzhia — organizam referendos de anexação à Rússia, chamados de "simulacro" pelo Ocidente.

Em 30 de setembro, Putin ratifica a anexação.

- Ataques contra infraestruturas energéticas -

Em 8 de outubro, uma explosão na ponte que conecta Crimeia e Rússia causa danos importantes. Putin acusa os serviços secretos ucranianos.

Em 10 de outubro, as forças russas efetuam bombardeios maciços contra cidades de toda a Ucrânia, incluindo Kiev. Os ataques apontam principalmente infraestruturas energéticas e deixam milhões de pessoas sem eletricidade.

- Retirada de Kherson -

Em 9 de novembro, Moscou ordena que suas tropas se retirem da cidade de Kherson ante o avanço das forças ucranianas.

A medida é tomada dias depois de a Rússia afirmar ter terminado de evacuar dezenas de milhares de civis dessa região para territórios sob seu controle. A Ucrânia denuncia a operação como uma "deportação".

- Armas ocidentais -

Em janeiro de 2023, o Exército russo, reforçado por 300.000 reservistas e paramilitares do grupo Wagner, volta à ofensiva.

Kiev obtém de seus aliados tanques modernos, em particular, Leopard alemães.

Em maio, Washington promete tanques Abrams e autoriza a entrega de aviões de combate F-16.

Apesar disto, após meses de sangrentos combates, a Rússia anuncia em 20 de maio a conquista de Bakhmut.

- Fracasso da ofensiva ucraniana -

A contraofensiva ucraniana é lançada em junho na frente sul e leste, mas enfrenta poderosas linhas defensivas. A operação é um fracasso.

Em meados de fevereiro de 2024, o Exército ucraniano se retira de Avdiivka, perto de Donetsk, dando a Moscou seu primeiro sucesso territorial significativo desde a captura de Bakhmut.

Desde então, os soldados russos seguem ganhando terreno no Donbass.

A Rússia retoma seus ataques contra a rede elétrica ucraniana em resposta a explosões em suas refinarias de petróleo.

- Ajuda dos EUA -

O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, promulga uma lei que facilita o alistamento e pede ao Ocidente que demonstre que a Ucrânia é "realmente sua aliada".

Em Washington, após meses de bloqueios, a Câmara de Representantes aprova em 23 de abril um pacote de 61 bilhões de dólares (314 bilhões de reais) para a Ucrânia.

M.Ito--JT