The Japan Times - Economia da China cresce mais que o previsto no primeiro trimestre

EUR -
AED 4.246478
AFN 76.888523
ALL 93.48757
AMD 423.347546
AOA 1061.345207
ARS 1733.058686
AUD 1.635994
AWG 2.082513
AZN 1.970043
BAM 1.961414
BBD 2.328364
BDT 143.103908
BHD 0.435989
BIF 3453.99514
BMD 1.156149
BND 1.48134
BOB 13.739681
BRL 5.892665
BSD 1.156009
BTN 110.002458
BWP 15.603659
BYN 3.442252
BYR 22660.520413
BZD 2.324924
CAD 1.611493
CDF 2615.791646
CHF 0.933942
CLF 0.026753
CLP 1056.362238
CNY 7.801236
CNH 7.796982
COP 3648.921861
CRC 525.515435
CUC 1.156149
CUP 30.637949
CVE 110.647961
CZK 24.266354
DJF 205.471255
DKK 7.476127
DOP 67.346134
DZD 153.688915
EGP 57.556612
ERN 17.342235
ETB 186.583498
FJD 2.553413
FKP 0.859298
GBP 0.856793
GEL 3.023376
GGP 0.859298
GHS 13.596763
GIP 0.859298
GMD 84.981404
GNF 10145.207892
GTQ 8.820244
GYD 241.852202
HKD 9.070596
HNL 30.984681
HRK 7.533703
HTG 151.152612
HUF 363.337748
IDR 20582.920659
ILS 3.468274
IMP 0.859298
INR 110.065674
IQD 1514.334158
IRR 1590340.758301
ISK 142.611425
JEP 0.859298
JMD 183.585438
JOD 0.819755
JPY 182.105612
KES 147.605987
KGS 101.105674
KHR 4685.298214
KMF 492.519879
KRW 1629.419037
KWD 0.356776
KYD 0.963357
KZT 541.790653
LAK 26108.739178
LBP 103533.143415
LKR 387.749774
LRD 209.899292
LSL 18.780552
LTL 3.413808
LVL 0.699343
LYD 7.358934
MAD 10.774363
MDL 20.102535
MGA 4933.054837
MKD 61.708483
MMK 2427.395773
MNT 4157.558143
MOP 9.341598
MRU 46.473418
MUR 54.420371
MVR 17.874501
MWK 2004.537163
MXN 19.809677
MYR 4.729001
MZN 73.883747
NAD 18.780552
NGN 1577.519501
NIO 42.541205
NOK 10.981266
NPR 176.003933
NZD 1.961655
OMR 0.444533
PAB 1.155994
PEN 3.915024
PGK 5.108776
PHP 70.28003
PKR 320.93685
PLN 4.299776
PYG 6873.88175
QAR 4.225923
RON 5.25054
RSD 117.323733
RUB 95.127146
RWF 1699.865164
SAR 4.370505
SBD 9.328213
SCR 16.756231
SDG 694.271725
SEK 10.952356
SGD 1.478142
SLE 28.445505
SOS 660.690956
SRD 43.779321
STD 23929.950059
STN 24.570322
SVC 10.115257
SZL 18.776741
THB 38.118659
TJS 10.664222
TMT 4.052302
TND 3.39612
TRY 55.147195
TTD 7.835596
TWD 37.302111
TZS 3060.902211
UAH 51.776356
UGX 4306.455826
USD 1.156149
UYU 46.534595
UZS 13825.989758
VES 871.980583
VND 30296.306488
VUV 137.59374
WST 3.154455
XAF 657.839796
XAG 0.018249
XAU 0.000266
XCD 3.124551
XCG 2.083463
XDR 0.818777
XOF 656.693016
XPF 119.331742
YER 273.834311
ZAR 18.677755
ZMK 10406.732529
ZMW 21.819165
ZWL 372.279507
Economia da China cresce mais que o previsto no primeiro trimestre
Economia da China cresce mais que o previsto no primeiro trimestre / foto: Jade GAO - AFP

Economia da China cresce mais que o previsto no primeiro trimestre

A economia chinesa cresceu mais do que o previsto no primeiro trimestre de 2024, segundo os dados publicados nesta terça-feira (16), mas os números decepcionantes relacionados ao consumo das famílias e ao setor industrial mostram que o governo não terá vida fácil para cumprir as metas do ano.

Tamanho do texto:

Entre janeiro e março, o país cresceu 5,3% em ritmo anual, 0,1% a mais que no trimestre anterior, anunciou o Escritório Nacional de Estatísticas (ONE).

"A economia nacional manteve um bom ritmo de recuperação", afirmou o ONE em um comunicado.

O resultado do primeiro trimestre superou a projeção dos analistas entrevistados pela agência Bloomberg, que previram um avanço de 4,8%.

Pequim estabeleceu meta de crescimento ao redor de 5% para 2024, mas as autoridades já admitiram que "não será fácil" alcançar o objetivo. Os analistas destacaram que esta é uma meta ambicioso diante dos desafios enfrentados pela segunda maior economia do mundo.

Os dados desta terça-feira "são um golpe para as expectativas do mercado por ampla margem", disse Dan Weng, economista-chefe do Hang Seng Bank China, à AFP.

"O consumo e o investimento interno foram os principais obstáculos, enquanto a indústria e infraestruturas foram os principais motores", acrescentou.

Os problemas no mercado imobiliário continuaram travando o crescimento, com os preços das moradias em queda e as grandes empresas do setor, como a Country Garden e a Vanke, com redução no faturamento e enfrentando dificuldades para pagar suas dívidas.

No mês passado, os preços dos terrenos continuaram em queda nas principais cidades da China, segundo os números oficiais.

O cenário aumenta o temor de retorno da deflação, fenômeno de queda prolongada de preços que desestimula os investimentos.

Derek Scissors, do American Entreprise Institute (AEI), alertou que "as boas notícias terminaram" com os dados do PIB, que mostram uma "deflação evidente".

E destaca que o ritmo de crescimento das vendas no varejo foi inferior ao do mesmo período do ano passado.

A China passou recentemente seis meses em deflação, pressionada pela fragilidade no consumo interno. O país superou a situação em fevereiro, mas em março o aumento de preços foi mínimo (+0,1% em ritmo anual).

"Há duas leituras do conjunto de dados: ou o surpreendente crescimento real do PIB da China é insustentável, ou o surpreendente crescimento real do PIB da China é falso", afirmou Scissors.

- Confiança frágil -

Embora alguns setores demonstrem boa saúde, como o de serviços, o crescimento foi afetado pela frágil confiança das famílias e das empresas, em um cenário de incerteza econômica que afeta o consumo.

As vendas no varejo – principal indicador do consumo das famílias – e a produção industrial registraram queda no mês passado, segundo os dados oficiais.

As vendas no varejo cresceram 3,1% em ritmo anual em março, muito abaixo do índice registrado nos dois primeiros meses do ano (5,5%).

A produção industrial avançou 4,5% em março, abaixo dos 7% de janeiro e fevereiro, segundo os dados do ONE.

Em março, a agência de classificação Fitch reduziu para "negativa" a perspectiva da dívida soberana do país e alertou para os "crescentes riscos para as finanças públicas chinesas".

As autoridades anunciaram uma série de medidas e a emissão de bilhões de dólares em títulos soberanos para estimular os gastos em infraestruturas e o consumo, mas muitos analistas consideram que o governo deveria fazer mais.

Nesta terça-feira, Pequim insistiu que os esforços do governo para promover o crescimento estão "produzindo resultados".

Y.Kimura--JT