The Japan Times - UE insta China a abordar suas 'diferenças' em cúpula em Pequim

EUR -
AED 4.368539
AFN 77.909128
ALL 96.236932
AMD 448.269561
ANG 2.129349
AOA 1090.215087
ARS 1670.103528
AUD 1.682947
AWG 2.144123
AZN 2.002076
BAM 1.953513
BBD 2.394786
BDT 145.449723
BGN 1.997657
BHD 0.448429
BIF 3524.044797
BMD 1.189527
BND 1.505325
BOB 8.216278
BRL 6.188039
BSD 1.189003
BTN 107.648524
BWP 15.598346
BYN 3.415786
BYR 23314.737583
BZD 2.39129
CAD 1.611447
CDF 2628.855601
CHF 0.913206
CLF 0.025781
CLP 1017.961522
CNY 8.220645
CNH 8.223584
COP 4362.460993
CRC 588.40621
CUC 1.189527
CUP 31.522477
CVE 110.134677
CZK 24.256603
DJF 211.40286
DKK 7.471303
DOP 74.522131
DZD 153.951371
EGP 55.652875
ERN 17.842911
ETB 184.575918
FJD 2.606965
FKP 0.870402
GBP 0.871418
GEL 3.199617
GGP 0.870402
GHS 13.084517
GIP 0.870402
GMD 87.422128
GNF 10437.605269
GTQ 9.11821
GYD 248.755646
HKD 9.299237
HNL 31.420085
HRK 7.533636
HTG 155.964791
HUF 378.043207
IDR 19950.754017
ILS 3.667004
IMP 0.870402
INR 107.724555
IQD 1557.556937
IRR 50108.843078
ISK 145.001744
JEP 0.870402
JMD 186.031432
JOD 0.843346
JPY 183.69629
KES 153.258499
KGS 104.023777
KHR 4793.795998
KMF 492.939022
KPW 1070.578316
KRW 1733.34431
KWD 0.365137
KYD 0.990828
KZT 584.977794
LAK 25545.101093
LBP 101764.070761
LKR 367.904657
LRD 221.749467
LSL 18.941087
LTL 3.512365
LVL 0.719533
LYD 7.496224
MAD 10.839374
MDL 20.123188
MGA 5263.837658
MKD 61.623988
MMK 2498.182956
MNT 4247.237658
MOP 9.574271
MRU 46.736893
MUR 54.337893
MVR 18.38963
MWK 2061.686397
MXN 20.475092
MYR 4.667112
MZN 75.844321
NAD 18.941087
NGN 1609.942498
NIO 43.758404
NOK 11.332842
NPR 172.238362
NZD 1.968912
OMR 0.457368
PAB 1.188993
PEN 3.992626
PGK 5.101007
PHP 69.599317
PKR 332.613123
PLN 4.217053
PYG 7825.83834
QAR 4.333972
RON 5.090936
RSD 117.330178
RUB 92.102275
RWF 1735.975002
SAR 4.461746
SBD 9.581499
SCR 16.344423
SDG 715.510176
SEK 10.585676
SGD 1.504955
SHP 0.892454
SLE 28.994752
SLL 24943.794523
SOS 679.259251
SRD 45.070836
STD 24620.816107
STN 24.471352
SVC 10.403689
SYP 13155.667676
SZL 18.92237
THB 37.177515
TJS 11.158596
TMT 4.163346
TND 3.425347
TOP 2.864096
TRY 51.902353
TTD 8.064457
TWD 37.474278
TZS 3063.033299
UAH 51.207951
UGX 4226.998177
USD 1.189527
UYU 45.596046
UZS 14648.912185
VES 457.718746
VND 30790.917465
VUV 142.506055
WST 3.228011
XAF 655.189973
XAG 0.014687
XAU 0.000237
XCD 3.214758
XCG 2.142864
XDR 0.814846
XOF 655.189973
XPF 119.331742
YER 283.524064
ZAR 18.984382
ZMK 10707.204865
ZMW 22.620423
ZWL 383.027346
UE insta China a abordar suas 'diferenças' em cúpula em Pequim
UE insta China a abordar suas 'diferenças' em cúpula em Pequim / foto: Kenzo TRIBOUILLARD - AFP

UE insta China a abordar suas 'diferenças' em cúpula em Pequim

A presidente do braço Executivo da União Europeia(UE), Ursula von der Leyen, instou nesta quinta-feira (7) o presidente chinês, Xi Jinping, a abordar os "desequilíbrios e diferenças" em suas relações durante a primeira cúpula presencial entre o bloco e o país asiático em quatro anos.

Tamanho do texto:

A China e a UE intensificaram a sua aproximação diplomática este ano para fortalecer a recuperação pós-pandemia e restabelecer os seus laços, com uma série de visitas de comissários europeus a Pequim para retomar o diálogo.

Nas suas observações iniciais, Von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, agradeceu a Xi pela "calorosa recepção" em sua segunda viagem à China este ano.

"A China é o parceiro comercial mais importante da UE", disse ela, acompanhada pelo presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, e pelo chefe da diplomacia da UE, Josep Borrell.

"Mas há desequilíbrios e diferenças claras que devemos abordar", destacou.

"Às vezes os nossos interesses coincidem", como na cooperação em inteligência artificial e alterações climáticas. "Mas quando isso não acontece, precisamos abordar e administrar com responsabilidade as preocupações que temos", argumentou.

Michel disse que o bloco procura "uma relação estável e mutuamente benéfica com a China", mas também quer "promover os valores europeus, incluindo os direitos humanos e a democracia" durante a cúpula.

A UE está confiante de que as reuniões desta quinta-feira com o alto comando chinês sejam uma oportunidade para discutir questões de interesse comum, como a mudança climática e a saúde.

Em sua declaração, o presidente Xi disse aos seus convidados europeus que devem "responder conjuntamente aos desafios globais".

Os diálogos deverão também abordar questões mais espinhosas, como os direitos humanos e as relações da China com a Rússia, apesar da guerra na Ucrânia, e o crescente abismo comercial entre os dois lados.

Von der Leyen alertou esta semana que o bloco "não tolerará" tais desequilíbrios indefinidamente. "Temos ferramentas para proteger o nosso mercado", disse à AFP.

Pequim respondeu na quarta-feira que a política comercial da UE em relação à China, querendo equilibrar a balança mas restringindo a exportação de tecnologia sensível, não "faz sentido".

Autoridades europeias repetiram várias vezes neste ano que buscam reduzir os riscos em suas relações econômicas depois que a guerra na Ucrânia expôs o perigo da dependência do continente à energia russa.

- "Zero confiança" -

A meta de Pequim será "dificultar ou atrasar esta redução de riscos com um custo mínimo", afirmou na quarta-feira Grzegorz Stec, analista do centro de estudos sobre a China MERICS.

Pequim tentará "projetar sua imagem de ator global responsável e tranquilizar os atores europeus sobre o rumo da economia chinesa", afirmou Stec.

Às vésperas da cúpula, a Itália anunciou sua saída da iniciativa chinesa das Novas Rotas da Seda, uma estratégia para o desenvolvimento global de infraestruturas.

A primeira-ministra Giorgia Meloni se opôs à participação da Itália em uma iniciativa que muitos viram como um esforço de Pequim para ganhar influência política, e cujos benefícios econômicos são limitados para Roma.

A agenda da cúpula também incluirá as guerra entre Israel e Hamas e a da Rússia na Ucrânia.

A China, que não condenou a invasão à Ucrânia, recebeu o presidente russo, Vladimir Putin, em outubro em Pequim, quando Xi exaltou sua "profunda amizade".

Esse nível de camaradagem sera pouco provável nas negociações com as autoridades europeias, que segundo um analista, têm "zero confiança" em Pequim.

"Cada parte tem poucas possibilidades de alcançar o que quer da outra", adiantou à AFP Nicholas Bequelin, do Centro Paul Tsai sobre a China na Universidade de Yale.

- "Interesses comuns" -

Os europeus disseram que vão instar Pequim a usar os seus laços com Moscou para pressionar pelo fim da guerra na Ucrânia.

Embora a China não tenha fornecido ajuda militar a Moscou, reforçou seus laços econômicos enquanto o Ocidente tenta isolar a Rússia.

A China disse que a reunião desempenhará um "papel importante na construção do passado e na condução do futuro".

"A China e a Europa são parceiras, não rivais, e os seus interesses comuns superam em muito as suas diferenças", disse esta semana o porta-voz diplomático Wang Wenbin.

M.Ito--JT