The Japan Times - China alerta EUA contra restrições comerciais 'desastrosas'

EUR -
AED 4.239194
AFN 75.60405
ALL 95.242309
AMD 422.557556
AOA 1059.654259
ARS 1721.077125
AUD 1.634013
AWG 2.080639
AZN 1.948851
BAM 1.956296
BBD 2.324189
BDT 142.456096
BHD 0.435286
BIF 3453.687998
BMD 1.154307
BND 1.477974
BOB 13.703472
BRL 5.973507
BSD 1.153892
BTN 110.074275
BWP 15.575947
BYN 3.421141
BYR 22624.426725
BZD 2.320838
CAD 1.606877
CDF 2626.049287
CHF 0.936362
CLF 0.026807
CLP 1055.060252
CNY 7.786148
CNH 7.787847
COP 3621.097213
CRC 523.243915
CUC 1.154307
CUP 30.589148
CVE 110.640018
CZK 24.256329
DJF 205.143573
DKK 7.475705
DOP 67.3535
DZD 153.391268
EGP 57.921075
ERN 17.314612
ETB 184.631527
FJD 2.552131
FKP 0.853468
GBP 0.854436
GEL 3.018527
GGP 0.853468
GHS 13.387136
GIP 0.853468
GMD 84.847368
GNF 10129.048773
GTQ 8.803231
GYD 241.671236
HKD 9.057216
HNL 31.035292
HRK 7.534393
HTG 150.878231
HUF 365.528203
IDR 20583.61109
ILS 3.459804
IMP 0.853468
INR 110.098136
IQD 1512.71996
IRR 1586826.500978
ISK 142.003336
JEP 0.853468
JMD 182.56626
JOD 0.818389
JPY 183.780732
KES 149.297733
KGS 100.943968
KHR 4680.716808
KMF 492.889713
KRW 1631.532841
KWD 0.356554
KYD 0.961644
KZT 538.16802
LAK 26041.176799
LBP 103368.235653
LKR 385.877776
LRD 209.680409
LSL 18.711419
LTL 3.40837
LVL 0.698229
LYD 7.341308
MAD 10.747769
MDL 20.044079
MGA 4973.298268
MKD 61.533928
MMK 2423.396678
MNT 4149.50541
MOP 9.326063
MRU 46.29057
MUR 54.298482
MVR 17.833737
MWK 2003.877414
MXN 19.71174
MYR 4.723543
MZN 73.18395
NAD 18.711469
NGN 1573.62136
NIO 42.460759
NOK 10.958653
NPR 176.114625
NZD 1.963529
OMR 0.443826
PAB 1.153892
PEN 3.90214
PGK 5.088476
PHP 70.642134
PKR 320.637794
PLN 4.302982
PYG 6870.740953
QAR 4.206256
RON 5.240791
RSD 117.359625
RUB 95.173031
RWF 1695.677697
SAR 4.324447
SBD 9.309537
SCR 15.976787
SDG 693.164769
SEK 10.99101
SGD 1.4773
SLE 28.27985
SOS 693.162246
SRD 43.801359
STD 23891.834422
STN 24.70218
SVC 10.096558
SZL 18.711761
THB 38.264754
TJS 10.633594
TMT 4.051619
TND 3.360766
TRY 55.127073
TTD 7.81515
TWD 37.19652
TZS 3064.528223
UAH 51.774919
UGX 4293.087811
USD 1.154307
UYU 46.461773
UZS 13750.68738
VES 877.579815
VND 30167.826146
VUV 137.186882
WST 3.155568
XAF 656.123253
XAG 0.017823
XAU 0.000264
XCD 3.119574
XCG 2.079772
XDR 0.815618
XOF 655.073143
XPF 119.331742
YER 273.793232
ZAR 18.692659
ZMK 10390.148578
ZMW 21.636482
ZWL 371.68654
China alerta EUA contra restrições comerciais 'desastrosas'
China alerta EUA contra restrições comerciais 'desastrosas' / foto: Andy Wong - POOL/AFP

China alerta EUA contra restrições comerciais 'desastrosas'

O primeiro-ministro chinês, Li Qiang, advertiu nesta terça-feira (29) o governo dos Estados Unidos que as medidas para "politizar" as relações comerciais são "desastrosas" para a economia mundial.

Tamanho do texto:

A secretária americana do Comércio, Gina Raimondo, está em uma visita de quatro dias à China para tentar reduzir as tensões com a segunda maior economia do mundo.

Ela se reuniu nesta terça-feira com o primeiro-ministro Li Qiang, que criticou as restrições comerciais americanas, que Washington considera necessárias para a segurança nacional.

"A politização das questões econômicas e comerciais e a extensão excessiva do conceito de segurança não apenas afetarão gravemente as relações bilaterais e a confiança mútua, como também prejudicarão os interesses das empresas e das populações de ambos os países, e terão um impacto desastroso na economia mundial", disse Li a Raimondo, segundo a agência oficial de notícias Xinhua.

As relações entre as duas potências estão no pior nível em várias décadas, em grande parte devido às restrições comerciais americanas.

O presidente Joe Biden promulgou este mês uma ordem executiva para restringir determinados investimentos americanos em alguns setores delicados de alta tecnologia da China, o que Pequim chamou de "antiglobalização".

As novas medidas, que devem entrar em vigor no próximo ano, afetam setores como os semicondutores e a Inteligência Artificial.

Neste sentido, o primeiro-ministro fez um apelo para que o governo dos Estados Unidos mude de rumo, ao afirmar que "as duas partes devem fortalecer a cooperação mutuamente benéfica, reduzir o atrito e o confronto, e promover conjuntamente a recuperação econômica mundial e enfrentar os desafios globais".

Gina Raimondo destacou a importância de uma comunicação aberta e citou áreas de "preocupação global", como a mudança climática, a Inteligência Artificial ou a crise de fentanil, e disse a Li que Washington deseja "trabalhar como duas potências globais para fazer o que é correto para toda a humanidade".

"O mundo espera que façamos mais, juntos, para resolver estes problemas", disse.

- "Reduzir mal-entendidos" -

A secretária também reiterou a mensagem do governo dos Estados Unidos de que não está buscando desvincular o país da economia da China.

"Buscamos manter nossa relação comercial de 700 bilhões de dólares (3,4 trilhões de reais na cotação atual) com a China, e esperamos que esta relação possa proporcionar estabilidade à relação geral", disse.

Gina Raimondo também se reuniu nesta terça-feira com o vice-primeiro-ministro da China, He Lifeng, e descreveu a relação comercial entre os dois países como "uma das mais importantes do mundo".

"Administrar esta relação de maneira responsável é fundamental para nossas duas nações e, de fato, para todo o mundo", afirmou na parte da reunião aberta aos jornalistas.

Ela também ressaltou que Washington "nunca comprometeria a proteção da nossa segurança nacional", mas acrescentou que o governo dos Estados Unidos não pretende "frear a economia da China".

Gina Raimondo também deve visitar a capital econômica do país, Xangai, antes de retornar aos Estados Unidos na quarta-feira.

A viagem da funcionária de alto escalão do governo americano a Pequim é parte dos esforços de Washington nos últimos meses para tentar reduzir as tensões com a segunda maior economia do mundo.

Em uma reunião na segunda-feira entre a secretária americana do Comércio e o ministro chinês do Comércio, Wang Wentao, os dois aprovaram a criação do que Washington chama de "troca de informações para reduzir os mal-entendidos sobre as políticas de segurança nacional dos Estados Unidos".

Wang, no entanto, expressou "preocupações sérias" sobre questões como as tarifas americanas sobre bens chineses, suas políticas de semicondutores, as restrições aos investimentos em ambas as direções, os subsídios discriminatórios e as sanções contra empresas chinesas".

Washington defende tais políticas como necessárias para "eliminar o risco" em suas cadeias de suprimento, mas Wang advertiu que "vão contra as regras do mercado e o princípio da concorrência justa e só prejudicam a segurança e estabilidade da indústria global e das cadeias de suprimentos".

M.Matsumoto--JT