The Japan Times - Motim carcerário no Equador deixa três detentos mortos e seis feridos

EUR -
AED 4.326058
AFN 77.139899
ALL 96.549397
AMD 445.222644
ANG 2.10837
AOA 1079.46412
ARS 1698.693815
AUD 1.696726
AWG 2.120054
AZN 1.991648
BAM 1.953756
BBD 2.372917
BDT 144.08925
BGN 1.977975
BHD 0.444005
BIF 3486.310929
BMD 1.177808
BND 1.50053
BOB 8.140518
BRL 6.211168
BSD 1.178167
BTN 106.473605
BWP 15.597747
BYN 3.374769
BYR 23085.03183
BZD 2.369421
CAD 1.613214
CDF 2626.511201
CHF 0.916676
CLF 0.025853
CLP 1020.817577
CNY 8.171689
CNH 8.173762
COP 4350.232911
CRC 584.088911
CUC 1.177808
CUP 31.211905
CVE 110.507883
CZK 24.258172
DJF 209.319869
DKK 7.46659
DOP 74.352211
DZD 153.163736
EGP 55.196195
ERN 17.667116
ETB 183.5728
FJD 2.606429
FKP 0.862372
GBP 0.870123
GEL 3.168063
GGP 0.862372
GHS 12.926468
GIP 0.862372
GMD 86.565372
GNF 10317.595829
GTQ 9.036546
GYD 246.482124
HKD 9.204037
HNL 31.120441
HRK 7.531959
HTG 154.558297
HUF 379.805904
IDR 19869.086669
ILS 3.674695
IMP 0.862372
INR 106.344965
IQD 1543.38527
IRR 49615.151504
ISK 144.799462
JEP 0.862372
JMD 184.267215
JOD 0.835086
JPY 184.980006
KES 151.93744
KGS 102.99914
KHR 4755.045332
KMF 491.146061
KPW 1060.062311
KRW 1730.806135
KWD 0.362105
KYD 0.981819
KZT 581.062078
LAK 25322.506925
LBP 105507.31126
LKR 364.588558
LRD 219.141892
LSL 19.033287
LTL 3.47776
LVL 0.712444
LYD 7.463192
MAD 10.813487
MDL 20.022137
MGA 5212.546496
MKD 61.579789
MMK 2473.140934
MNT 4203.780708
MOP 9.481064
MRU 46.995832
MUR 54.226305
MVR 18.208707
MWK 2042.862703
MXN 20.569647
MYR 4.648834
MZN 75.097215
NAD 19.033287
NGN 1609.510075
NIO 43.354641
NOK 11.5385
NPR 170.357767
NZD 1.976408
OMR 0.452871
PAB 1.178177
PEN 3.960257
PGK 5.121642
PHP 69.236319
PKR 329.876375
PLN 4.224973
PYG 7779.860505
QAR 4.293908
RON 5.093072
RSD 117.368304
RUB 90.396418
RWF 1719.581228
SAR 4.416898
SBD 9.498604
SCR 15.920008
SDG 708.45608
SEK 10.670308
SGD 1.501946
SHP 0.883661
SLE 28.914899
SLL 24698.038676
SOS 672.096835
SRD 44.603273
STD 24378.242367
STN 24.474394
SVC 10.308215
SYP 13026.052983
SZL 19.024177
THB 37.451938
TJS 11.027263
TMT 4.128216
TND 3.413828
TOP 2.835878
TRY 51.277982
TTD 7.977654
TWD 37.306474
TZS 3044.633176
UAH 50.838711
UGX 4205.59999
USD 1.177808
UYU 45.462436
UZS 14450.881107
VES 445.192896
VND 30570.000059
VUV 140.969068
WST 3.21111
XAF 655.302006
XAG 0.015944
XAU 0.000245
XCD 3.183084
XCG 2.123288
XDR 0.813984
XOF 655.271438
XPF 119.331742
YER 280.701005
ZAR 19.144735
ZMK 10601.69265
ZMW 21.88429
ZWL 379.253614
Motim carcerário no Equador deixa três detentos mortos e seis feridos
Motim carcerário no Equador deixa três detentos mortos e seis feridos / foto: MARCOS PIN - AFP

Motim carcerário no Equador deixa três detentos mortos e seis feridos

Ao menos três presos morreram e outros seis ficaram feridos em um motim registrado na quarta-feira (27) em um presídio na cidade equatoriana de Guayaquil, com 4.400 detentos, de onde fugiu, em janeiro, o temido líder de uma das maiores organizações criminosas do país, informaram as autoridades nesta quinta (28).

Tamanho do texto:

A organização estatal a cargo das prisões (SNAI) detalhou, em nota, que os detentos morreram durante um "confronto" com a força pública na quarta-feira no presídio Regional de Guayaquil, de onde fugiu, no começo de janeiro, Adolfo 'Fito' Macías, líder da organização Los Choneros, uma das principais do país.

A fuga do chefe criminoso levou o governo a decretar estado de exceção, mobilizando militares em ruas e prisões do país, uma medida contra a qual quadrilhas de narcotraficantes responderam com uma onda de violência na qual morreram cerca de 20 pessoas.

O SINAI assegurou que a situação "está 100% controlada" após a intervenção de policiais e militares.

- Bases para a segurança -

Jornalistas da AFP ouviram explosões e viram chamas dentro do presídio, um dos quatro que formam um grande complexo penitenciário em Guayaquil, que tem sido palco de massacres entre criminosos de quadrilhas rivais.

Na manhã desta quinta-feira, cerca de 200 familiares de detentos queimaram pneus para interromper momentaneamente a circulação de veículos nos arredores do presídio devido a supostos maus tratos dos militares aos presos, o que teria motivado a rebelião.

As penitenciárias equatorianas são centros de operações e campos de batalha de vários grupos de narcotraficantes vinculados a cartéis internacionais. Desde 2021, os constantes confrontos entre estas quadrilhas rivais deixaram mais de 460 mortos.

Por iniciativa do presidente, no cargo desde novembro passado, os equatorianos irão às urnas em 21 de abril para decidir, em um referendo popular, medidas para enfrentar a situação, tais como se militares devem apoiar a polícia no combate à criminalidade sem um estado de exceção, a autorização de extradição de equatorianos ligados ao crime organizado e o aumento das penas para terrorismo e narcotráfico.

Em um ato de entrega de casas na cidade de Penipe (sul andino), Noboa manifestou que o referendo "permitirá estabelecer as bases da segurança, da paz e do desenvolvimento".

Após a fuga de 'Fito', que cumpria desde 2011 pena de 34 anos de prisão por crime organizado, narcotráfico e homicídio, as quadrilhas protagonizaram uma violenta arremetida em janeiro, que resultou na morte de cerca de 20 pessoas, ataques à imprensa e mais de 200 sequestros em prisões e nas ruas.

- Militares nas ruas -

 

O presidente também declarou o país em conflito armado interno e tachou cerca de 20 grupos de "terroristas" e "beligerantes", como medida para contê-los.

Situado entre o Peru e a Colômbia, os maiores produtores de cocaína do mundo, o Equador se tornou, há anos, um centro logístico para o envio da droga aos Estados Unidos e à Europa.

As quadrilhas disputam violentamente as rotas para o tráfico, o que elevou a taxa de homicídios de 6 por 100.000 habitantes em 2018 para o recorde de 46 por 100.000 em 2023.

O governo sustenta que sua ofensiva contra o crime reduziu os homicídios de 28 por dia na primeira semana de janeiro a 11 depois de duas semanas.

"Combatemos os narcoterroristas que outros acobertaram com sua inoperância", disse o presidente, afirmando que as Forças Armadas "estão nas ruas e precisamos que continuem apoiando o controle da segurança".

Nos últimos dias, viu-se um novo surto de violência, segundo analistas, com o assassinato a tiros da prefeita mais jovem do Equador juntamente com um colaborador.

Um soldado também morreu e outros três ficaram feridos em uma emboscada contra uma patrulha militar. A polícia precisou evacuar um estádio onde era disputado um jogo de futebol profissional devido a uma ameaça de bomba no estacionamento.

T.Sato--JT